Frente Popular, Feminista e Antirracista é lançada na Câmara dos Deputados

13:58 | 27 de maio de 2019

A Direção da FASUBRA Sindical participou na quinta-feira (23), no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, do lançamento da Frente Parlamentar Popular, Feminista e Antirracista que irá debater assuntos relacionados ao tema, políticas públicas, e apresentação de novas leis. O objetivo é defender os direitos das mulheres e a igualdade de direitos, a luta contra o feminicídio e todas as formas de violência contra a mulher, além da ampliação feminina nos espaços do poder.

Movimentos de mulheres indígenas, negras, com deficiências, católicas, evangélicas, Marcha Mundial das Mulheres e várias entidades sindicais e feministas apoiam a frente. “Foi uma excelente iniciativa de enfrentamento que já diz a que veio: é uma frente popular, feminista e antirracista. Ela tenta abrigar todos os feminismos”, destacam as coordenadoras da Mulher Trabalhadora da FASUBRA, Rosângela Costa e Mariana Lopes.

A frente já conta com a adesão de 212 parlamentares, sendo coordenada pelas deputadas federais Alice Portugal (PCdoB–BA), Erika Kokay (PT-DF), Lídice da Mata (PSB-BA) e Sílvia Cristina (PDT-RO). Outras deputadas que compõem a frente são: Talíria Petrone (PSOL-RJ), Áurea Carolina (PSOL-MG), Benedita da Silva (PT-RJ), professora Marcivania (PCdoB-AP), Rose Modesto (PSDB-MS), Joênia Wapichana (Rede-RR), Fernanda Melchionna (PSOL-RS), Sâmia Bomfim (PSOL- SP) e Jandira Feghali (PCdoB-PR), entre outras.

“A nossa proposta é que desde a concepção do nome que a frente tem um objetivo, discutir os direitos das mulheres e combater o racismo com participação popular. Nós temos consciência que só vamos continuar avançando em uma sociedade mais justa e igualitária quando tivermos equidade de gênero”, declarou Erika kokay.

“A gente precisa transformar radicalmente a nossa sociedade e sem o engajamento popular isso é impossível, principalmente sem o protagonismo e a participação das mulheres”, disse a deputada Sâmia Bonfim, ressaltando a necessidade de lutar contra o atual governo, que é racista, machista e misógino. “Odeia os pobres, odeia o povo brasileiro e odeia todas as nossas lutas”, complementou.

Foto: PSOL 

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