ENTREVISTAS:

13:34 | 1 de dezembro de 2010

  Com as entidades de Base da Federação, presentes no 16º Curso Anual do Núcleo Piratininga de Comunicação.

De acordo com Pedro Leonardo da Silva Costa, “o Curso Anual do NPC recicla e dinamiza a comunicação brasileira, em todas as áreas. Por outro lado, vê mostrar de forma concreta, a alienação que a mídia privada infiltra em boa parte da sociedade. “Nós do movimento sindical, só agradecemos ao NPC em contribuir com a cultura desenvolvimentista do nosso país”.
PEDRO LEONARDO DA SILVA COSTA
DIRETOR DE IMPRENSA DO SINTESPB Sindicato dos Trabalhadores em Educação em Ensino Superior do Estado da Paraíba

Para Neide Dantas,  “o curso do NPC é uma rica oportunidade de se refletir sobre o poder da mídia hegemônica e como os movimentos sociais podem se instrumentalizar para,  estrategicamente, fazer o contraponto a esta hegemonia de sistema”.
Neide argumenta dizendo que “este ano, a diversidade proporcionou aos participantes, a maioria foram dirigentes sindicais, jornalistas e comunicadores sociais, a contextualização histórica em assuntos de extrema relevância para o entendimento do uso político da mídia para legitimação do poder hegemônico”.
Além disso, ela salienta que “foi possível, discutir as Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) no momento em que o Rio de Janeiro vive uma onda de medo e violência, reflexo da ação do Estado em comunidades e favelas. Além disso, foi dada voz aos representantes da polícia, governo e moradores de comunidades, permitindo que tivéssemos uma visão para além do que se vê diariamente na grande imprensa”.
Neide Dantas, finaliza, dizendo que “a pluralidade da mídia é fundamental e o curso abre espaço para uma discussão diferenciada. E, ainda, oportunidade de troca de experiências para profissionais de comunicação de sindicatos e entidades campo (movimentos sociais). Do ponto de vista técnica, a abordagem sobre a crise da mídia tradicional e o crescimento das novas mídias, é um foco importante a qual todos devemos estar atentos, visto que há em curso uma quebra de paradigmas. Estas mudanças irão impactar fortemente a forma de se fazer comunicação, em todos os níveis, e é necessário que nos apropriemos desses novos conhecimentos para instrumentalizar a nossa luta”.
NEIDE SILVA DANTAS MENDES
COORDENADORA GERAL do SINDIFES – Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal de Belo Horizonte

A jornalista do SINTEST-RN, Lívia Cavalcanti, conta que “além dos assuntos ligados à parte técnica, tais como projeto editorial, diagramação, significado e importância das imagens, por exemplo, a formação política e social é de extrema importância no exercício da nossa profissão de jornalista do movimento sindical”.
Ela afirma que “é um momento rico, onde observamos informações contra a grande hegemonia da mídia, e pelos quais, não teríamos dessa forma em nenhum lugar. Informações que nos auxiliarão na produção de textos que cumprirão com uma as maiores missões dos jornalistas, principalmente ligados aos movimentos sociais, a missão social do jornalista cidadão”.
LÍVIA CAVALCANTI
JORNALISTA do SINTEST-RN – Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Rebeca Malaquias, Assessora de Comunicação, do SINTUFEPE, diz que “compreender a importância da luta contra-hegemônica é também aprender a necessidade de uma comunidade que lute por um ideal. Este evento proporciona aos trabalhadores (as) da comunicação atuantes no movimento sindical esta perspectiva global. A troca de experiências qualifica o trabalho do comunicador”.
Para a Assessora de Comunicação, do SINTUFEPE-UFRPE,  Rebeca Malaquias, “a Comunicação é a principal ferramenta no processo de luta de classe no sentido, de que é através dela que o sindicato pode convencer a categoria e explicar à sociedade a necessidade e importância da organização da classe trabalhadora para lutar pelas melhorias imediatas, mas também por outra sociedade sem exploradores e opressores.
REBECA MALAQUIAS
ASSESSORA DE COMUNICAÇÃO – SINTUFEPE-UFRPE – Sindicato dos Trabalhadores Universidade Rural de Pernambuco

Heitor Barros, comenta que “esse curso tem uma grande importância para nossa formação na área de comunicação, tanto técnica como política, e com isso ajuda-nos a compreendermos melhor os meios de comunicação, assim poderemos encarar melhor as lutas que virão daqui para frente”.
HEITOR BARROS N. DE COSTA
COORDENADOR DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA DO SINUFEPE-UFRPE SINTUFEPE-UFRPE – Sindicato dos Trabalhadores Universidade Rural de Pernambuco

Wellington Carvalho, Coordenador de Comunicação, retrata que “é fundamental em nossas vidas, parar, periodicamente e colocar o cérebro em funcionamento. Retirar a viseira que nos limita o estranhamento acerca da banalização com a qual a vida cotidiana tem sido tratada. Para esse escamoteamento de verdade, infelizmente, os dispositivos midiáticos colaboram”.
Além disso, ele afirma que “a participação nesse NPC me lembra que “é preciso ter cuidado”, com o que a gente vê, lê, e escuta. Mais particularmente o Curso aponta o quanto é valiosa a veiculação de informações que auxiliem no processo de conquista da dignidade para o segmento que faço parte e que atualmente represento”.
WELLINGTON MARGAL DE CARVALHO
COORDENADOR DE COMUNICAÇÃO SINDICAL – Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal de Belo Horizonte

 

Da Assessoria de Imprensa da FASUBRA Sindical
Jornalista  – Raquel Carlucho

 

 

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