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CONTRA AS REFORMAS E PELO FORA TEMER, É HORA DE OCUPAR AS RUAS!

 

Construir a greve geral de 48 horas para acelerar a queda deste governo ilegítimo, convocando imediatamente a eleições gerais!

 

Após a notícia publicada pelo jornal O Globo, na noite passada, 17, vários manifestantes foram às ruas em diversas capitais do país, exigir o Fora Temer! Segundo a matéria do jornal, os donos do grupo JBS, maior companhia de carne bovina do mundo, delataram à Procuradoria-Geral da República (PGR), uma gravação em que o presidente Michel Temer (PMDB-SP) autoriza a compra do silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está preso na operação Lava Jato.

 

Imediatamente, após tomar conhecimento da matéria, os presidentes da Câmara e do Senado, aliados de Temer, suspenderam as respectivas sessões. Os deputados da oposição levantaram a denúncia em plenário e cobraram de Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Casa, a instalação de uma comissão para analisar o impeachment de Temer.

 

Com este cenário de instabilidade no governo e em sua base, abre-se uma nova janela na conjuntura de grandes chances para derrotarmos o governo nas votações das reformas. Pois, não há um clima favorável, na base de Temer, para que esta pauta tramite de forma tranquila diante de uma denúncia desta magnitude.

 

Temer tenta passar imagem de tranquilidade, em nota dizendo, que esta denúncia não tem relação com sua atuação no governo e que segue a agenda normalmente. Mas, caso seja comprovada a participação do presidente Temer no episódio da JBS, sobre  o silêncio de Eduardo Cunha na prisão, esse fato configura crime de responsabilidade, abrindo caminho para um impeachment.

 

Neste momento, é fundamental que os trabalhadores ocupem as ruas das cidades, dos estados para exigir a saída do governo, que já não tem nenhuma legitimidade para comandar o país! Atos como os que aconteceram ontem devem ser ampliados e ecoar no dia 24 de maio, no Ato #OCUPA BRASÍLIA. É necessário construir a greve geral de 48 horas para acelerar a queda deste governo, e derrotar de vez as Reformas da Previdência e Trabalhista.

 

Por fim, tudo indica que Temer não fica na presidência da república, sendo assim, não aceitaremos eleições indiretas, o congresso nacional não tem moral para eleger outro presidente. Que o povo decida, através de eleições diretas e gerais já!

A FASUBRA reforça a convocação às entidades de base, para mobilizar toda a Categoria dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação,  e organizar caravanas para ocuparmos Brasília no dia 24, contra as reformas e FORA TEMER!

 

NENHUM DIREITO A MENOS!

FORA TEMER!

 

Direção Nacional FASUBRA Sindical

 

CONTRA AS REFORMAS E PELO FORA TEMER, É HORA DE OCUPAR AS RUAS!

 

Construir a greve geral de 48 horas para acelerar a queda deste governo ilegítimo, convocando imediatamente a eleições gerais!

 

Após a notícia publicada pelo jornal O Globo, na noite passada, 17, vários manifestantes foram às ruas em diversas capitais do país, exigir o Fora Temer! Segundo a matéria do jornal, os donos do grupo JBS, maior companhia de carne bovina do mundo, delataram à Procuradoria-Geral da República (PGR), uma gravação em que o presidente Michel Temer (PMDB-SP) autoriza a compra do silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está preso na operação Lava Jato.

 

Imediatamente, após tomar conhecimento da matéria, os presidentes da Câmara e do Senado, aliados de Temer, suspenderam as respectivas sessões. Os deputados da oposição levantaram a denúncia em plenário e cobraram de Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Casa, a instalação de uma comissão para analisar o impeachment de Temer.

 

Com este cenário de instabilidade no governo e em sua base, abre-se uma nova janela na conjuntura de grandes chances para derrotarmos o governo nas votações das reformas. Pois, não há um clima favorável, na base de Temer, para que esta pauta tramite de forma tranquila diante de uma denúncia desta magnitude.

 

Temer tenta passar imagem de tranquilidade, em nota dizendo, que esta denúncia não tem relação com sua atuação no governo e que segue a agenda normalmente. Mas, caso seja comprovada a participação do presidente Temer no episódio da JBS, sobre  o silêncio de Eduardo Cunha na prisão, esse fato configura crime de responsabilidade, abrindo caminho para um impeachment.

 

Neste momento, é fundamental que os trabalhadores ocupem as ruas das cidades, dos estados para exigir a saída do governo, que já não tem nenhuma legitimidade para comandar o país! Atos como os que aconteceram ontem devem ser ampliados e ecoar no dia 24 de maio, no Ato #OCUPA BRASÍLIA. É necessário construir a greve geral de 48 horas para acelerar a queda deste governo, e derrotar de vez as Reformas da Previdência e Trabalhista.

 

Por fim, tudo indica que Temer não fica na presidência da república, sendo assim, não aceitaremos eleições indiretas, o congresso nacional não tem moral para eleger outro presidente. Que o povo decida, através de eleições diretas e gerais já!

A FASUBRA reforça a convocação às entidades de base, para mobilizar toda a Categoria dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação,  e organizar caravanas para ocuparmos Brasília no dia 24, contra as reformas e FORA TEMER!

 

NENHUM DIREITO A MENOS!

FORA TEMER!

 

Direção Nacional FASUBRA Sindical

 

#OCUPA BRASÍLIA - TODAS E TODOS À CAPITAL FEDERAL

 

Caravana nacional dos trabalhadores técnico-administrativos em educação no dia 24 de maio.

 

A FASUBRA Sindical convoca todas as entidades de base a enviar caravanas a Brasília-DF, no dia 24 de maio, para participação do Ato OCUPA BRASÍLIA. Milhares de trabalhadores ocuparão as ruas da capital federal em protesto, contra a retirada de direitos orquestrada pelo governo ilegítimo de Michel Temer, por meio das Reformas Previdenciária (PEC 287/16), Trabalhista (PLC 38/17) e a Terceirização.

 

A participação dos trabalhadores técnico-administrativos em educação de todo país é essencial nesse momento histórico, em defesa dos nossos direitos. Para barrar o rolo compressor do governo sobre as conquistas do cidadão brasileiro, principalmente os mais pobres. Vamos unir forças e uma só voz.

 

Requintes da ditadura

O governo tem recusado a dialogar com a sociedade civil, utilizando a força militar para impedir o acesso dentro do Congresso Nacional, com requintes da ditadura militar. A liberdade de ir e vir não cabe mais no labirinto de corredores da Câmara dos Deputados, principalmente para servidores públicos. A casa que abrigou a elaboração da Carta Magna Brasileira em 1988 atualmente está cercada, policiada como um presídio de segurança máxima.

 

Versão da mídia

A grande mídia brasileira tem difamado a imagem dos servidores públicos, mascarando os reais motivos de beneficiar o mercado financeiro com as reformas, sem espaço para críticas técnicas evidentes contra as propostas. A parcialidade da mídia não reflete o verdadeiro sentido da comunicação social de mostrar os dois lados ao interesse público. A verdade da grande mídia tem apenas uma versão, despudorada e visivelmente comprada.

 

A pressa do governo ilegítimo para aprovar as reformas está escancarada a toda sociedade, com direito a barganhas políticas, sem reservas. Esse é o momento do levante da Classe Trabalhadora para mostrar sua força nas ruas e impedir o retrocesso em um país continental, desigual, governado por uma política amoral.

 

24 de MAIO VAMOS OCUPAR BRASÍLIA!

Direção Nacional da FASUBRA Sindical

 

17 de maio - Dia Internacional de Combate à Homofobia

 

Neste ano, a FASUBRA entrevistou a professora de psicologia Tatiana Lionço, uma das criadoras do projeto Escuta Diversa, da Universidade de Brasília (UnB).

 

Símbolo da luta pela diversidade sexual, o dia 17 de maio é conhecido como o Dia Internacional de Combate à Homofobia. A FASUBRA Sindical reafirma a luta contra todo e qualquer tipo de preconceito e aversão àqueles que escolheram assumir sua sexualidade, por meio da campanha Nacional Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBTT), pela “Unidade na Diversidade”.

 

Neste ano, a FASUBRA entrevistou a professora de psicologia Tatiana Lionço, uma das criadoras do projeto Escuta Diversa, da Universidade de Brasília (UnB). Para articular e fortalecer a rede de proteção à comunidade LGBTT da universidade, o projeto se estabeleceu como um serviço interdisciplinar.

 

Em construção desde 2016, o Escuta Diversa está em fase de cadastramento como projeto de extensão, coordenado pelas professoras Tatiana Lionço (psicóloga) e Lívia Barbosa (serviço social).

 

Parceria

O objetivo do projeto é contribuir para a efetiva implementação do Programa de Combate à LGBTfobia (2012) e o Plano de Respeito à Diversidade (2016), atuando em parceria com a Diretoria da Diversidade (DIV/DAC), criada em 2013, segundo Tatiana.

 

“A lógica do Escuta Diversa é a permanente escuta ampliada de relatos de violência LGBTfóbica no contexto universitário, abrangendo todos os segmentos da comunidade, estudantes, técnico-administrativos e docentes”, afirmou a professora.

 

DesaBAPHO

Nas dependências do campus também acontece o DesaBAPHO. São rodas de conversa alinhadas a preceitos da Pedagogia do Oprimido de Paulo Freire e da Terapia Comunitária. “Temos também mediado rodas de conversa sobre violência de gênero, promovidas por estudantes da universidade”, disse Tatiana.

 

Teatro do Oprimido

Como desdobramento dos DesaBAPHOs, em 2017 começou outra ação estratégica do Escuta Diversa, em parceria com a DIV. “São intervenções estético-políticas para mobilizar toda a comunidade universitária a refletir sobre violências, visando a ressignificação das representações sobre diversidade sexual e potencialmente promovendo a prevenção da reincidência das violências”.

 

De acordo com a professora, isso é feito por meio do Teatro do Oprimido, que reúne estudantes, técnicos e docentes na construção permanente de "cenas de opressão", passíveis de questionamento público em diferentes espaços de circulação na instituição.

 

O Escuta Diversa não tem por enquanto trabalhado com indicadores estatísticos, mas promove espaços dialógicos para romper o silêncio institucional sobre violências na UnB.

 

Relatos

Os DesaBAPHOs já foram realizados em quatro campi, as violações relatadas são relacionadas ao "epistemicídio", são estudantes que relatam a falta de incentivo a produzir estudos específicos sobre questões LGBT. “Também sofrem assédio decorrente da condição lésbica ou bissexual, sobretudo por mulheres, exclusão de grupos em função da condição homossexual e discursos LGBTfóbicos em sala de aula, justificados por posicionamentos teóricos ou mera opinião pessoal de docentes”, disse Tatiana.

 

Para a psicóloga, a universidade tem sido palco de expressões LGBTfóbicas, sexistas e racistas por meio de trotes universitários, e cenário de expressão do discurso de ódio em inscrições em paredes, “tal como a recente apologia ao estupro coletivo e ameaça dirigida a estudante em parede da FGA”, disse.

 

Dignidade humana

 

A FASUBRA reforça que ações de assédio, humilhação e agressões não justificam comportamentos que ferem os direitos de cada indivíduo. O diálogo deve apontar o caminho para que haja inclusão, tolerância e entendimento.

 

Principalmente no ambiente de trabalho, a luta permanece pelo respeito à dignidade da pessoa humana. Assim como em qualquer outro ambiente, no serviço público também existem pessoas com diferentes orientações sexuais, que merecem todo o respeito, sendo um fator primordial para uma boa convivência na diversidade do espaço do trabalho.

 

Os espaços sociais e sindicais devem pautar o respeito aos companheiros de orientação homossexual, buscando a efetividade dos mesmos direitos conquistados por cada cidadão em luta por direitos humanos básicos elementares e essenciais.

 

A FASUBRA defende o estudo de gênero e sexualidade nos espaços de aprendizagem para formação do indivíduo, por meio do respeito e tolerância pelo que é diferente.

 

Violação

De acordo com o Grupo Gay da Bahia (GGB), neste ano até o início de maio, 117 pessoas foram assassinadas no Brasil por questões homofóbicas, isso significa um assassinato a cada 25 horas.

 

A homofobia não deve ser maior que a pessoa humana!

 

FASUBRA Sindical - Unidade na diversidade

 

 

 

Dieese ministra curso de negociação coletiva na saúde para os membros da MNNP-SUS

 

Segundo  supervisor do Núcleo de Políticas Públicas do Dieese, a Reforma Trabalhista que tramita no senado enfraquece muito o poder de negociação dos sindicatos.

 

Nos dias 8, 9 e 10 de maio a FASUBRA Sindical, membro permanente na Mesa Nacional de Negociação Permanente do Sistema único de Saúde (MNNP-SUS), participou do curso de negociação coletiva na saúde. Ministrado pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em parceria com o Ministério da Saúde, o evento reuniu gestores e representantes sindicais no Hotel San Paul em Brasília - DF. Representou a Federação o técnico-administrativo em educação, João Paulo Ribeiro (JP).

 

De acordo com Nelson Karam, supervisor do Núcleo de Políticas Públicas do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o curso faz parte de um programa desenvolvido desde 2012. A intenção é formar e fortalecer as mesas de negociação  permanentes  do SUS nos estados e municípios. Como estratégias de ampliação desses espaços de diálogo de pactuação no âmbito do SUS, o curso é um instrumento que potencializa a constituição dos espaços de negociação.

 

 

A intenção é sensibilizar e trazer a importância da negociação coletiva como uma ferramenta de gestão de trabalho, segundo o Dieese, em um sistema de saúde complexo e um dos melhores quanto proposta no mundo. “Estamos fazendo um trabalho de apoio a uma parte desta gestão que é trazer a dimensão do trabalho como elemento importante para garantir um serviço de qualidade no SUS’, disse Karam. Esse é o 22º curso, contando com os cursos realizados nos estados. Serão ministrados quatro cursos até julho.

 

Reformas

As representações da MNNP-SUS são bipartite, metade gestores, metade entidade sindicais. Segundo  supervisor do Núcleo de Políticas Públicas do Dieese, a Reforma Trabalhista que tramita no senado enfraquece muito o poder de negociação dos sindicatos. “O PLC 38/17 deixa de valorizar essa representação, então esse é um dos aspectos que certamente impactarão os trabalhos da mesa nacional”.

 

Contribuição social

Para a FASUBRA o curso é uma oportunidade de mostrar a experiência dos trabalhadores técnico-administrativos em educação e capacitar trabalhadores e gestores. “É mais uma etapa do trabalho que a FASUBRA vem desenvolvendo dentro dos hospitais universitários e na saúde como contribuição social”, afirmou JP.

 


 

Capacitamos para que os hospitais possam reproduzir essas negociações coletivas, e para que os gestores tenham pessoas aptas a fazer a negociação no âmbito do SUS, destacou Ribeiro.  

 

O curso também aborda temas como legislação, políticas públicas e participação social, princípios e diretrizes e processos decisórios do SUS. Os participantes simulam a negociação coletiva para criar condições que aprofundem a discussão da importância da preparação da comissão negociadora para a mesa.  São destacados o comportamento, atitude, coordenação da comissão, iniciativa, espaço do acordo e a relação desses elementos com as estratégias de condução da campanha.

 


 

MNNP-SUS

A MNNP-SUS é um fórum paritário e permanente de negociação que reúne entidades sindicais nacionais representativas dos trabalhadores da saúde, gestores públicos, e prestadores de serviços privados da saúde que discute a democratização das relações de trabalho no SUS.

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical