Fasubra Sindical

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Crise nos hospitais universitários será tema do seminário nacional

 

Seminário Nacional dos Hospitais Universitários acontece em julho na capital federal.

 

No dia 07 de julho, a FASUBRA Sindical promove o Seminário Nacional dos Hospitais Universitários (HUs) no Auditório 3 da Faculdade de Ciências da Saúde, da Universidade de Brasília (UnB).

 

O público alvo do evento são os trabalhadores do regime jurídico único (RJU), terceirizados e servidores da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). Cada sindicato filiado à Federação poderá enviar até cinco representantes entre os quais, integrantes das direções das entidades de base.

 

De acordo com a FASUBRA, o objetivo do encontro é realizar um bom debate sobre a crise nos hospitais universitários e o papel de hospital escola, nos marcos na construção da unidade entre os trabalhadores das instituições.

 

A orientação é de unidade para superar conflitos existentes entre os trabalhadores. “Não vamos alimentar a divisão que o governo tanto quer, entre os trabalhadores dos hospitais, vamos avançar em nossas lutas, em defesa dos nossos direitos, melhores condições de trabalho e salários”, destaca a direção nacional.

 

A defesa dos hospitais universitários vinculados às universidades a serviço do ensino, pesquisa e extensão, também é bandeira de lutas da Federação.

 

Segundo a direção nacional, o seminário não é deliberativo, mas será fundamental para acumular o debate e trocar experiências entre os trabalhadores. A programação completa será disponibilizada em breve.

Em seguida acontece a Plenária Nacional Estatutária da FASUBRA Sindical nos dias 08 e 09 de julho, em que será deliberado o plano de lutas e posicionamento político sobre os hospitais universitários.

Serviço

Seminário Nacional dos Hospitais Universitários

Data: 07 de julho de 2017

Local: Auditório 3 da Faculdade de Ciências da Saúde- Universidade de Brasília (UnB)

Inscrições, acesse:  https://www.doity.com.br/hus-fasubra

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

 

FASUBRA reafirma compromisso com a educação pública no lançamento da Conferência Nacional Popular de Educação

 

“A educação tem que ser a vanguarda, a trincheira em resistência à esse governo ilegítimo e golpista”, declarou a coordenadora.

 

Na noite de quarta-feira, 20, o Fórum Nacional Popular de Educação em resistência aos ataques do governo federal à participação popular nos coletivos que discutem a educação pública, lançou a Conferência Nacional Popular de Educação -Conape 2018.

 

A FASUBRA Sindical, representada pelos coordenadores Leia Oliveira, Roberto Luiz e Neusa Santana participou da solenidade que reuniu diversas entidades da sociedade civil, durante o Seminário Nacional de Privatização e Mercantilização da Educação no Brasil, promovido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

 

Após a composição da mesa, foi realizada a leitura do manifesto que vai abrir o documento referência para o debate da Conape. O regimento interno e orientações para a conferência serão enviados na próxima semana, para organização das etapas que serão realizadas nos municípios e estados.

 

Compromisso

A FASUBRA reafirmou o compromisso com a educação pública, destacou a atuação permanente da Federação nos espaços de discussão sobre modelos que de fato propiciem uma educação pública, de qualidade, democrática e referenciada socialmente.

 

Democratização da educação

Na ocasião, os avanços durante os governos de Lula e Dilma na educação foram lembrados pela coordenadora Leia Oliveira, como o aumento de instituições e vagas, ampliação de acesso às universidades por meio de políticas afirmativas e de permanência e a valorização dos trabalhadores. “Na década de 90, a universidade era aberta para poucos, a universidade de fato se democratizou”, afirmou Leia Oliveira.

 

Retrocesso

A coordenadora comparou a situação das universidades públicas na década de 90 com a atualidade das instituições, que passam por dificuldades devido à ausência de investimentos para manter estruturas básicas de funcionamento. Na oportunidade, Leia denunciou a ameaça de demissão coletiva de 500 trabalhadores terceirizados na área de vigilância e limpeza na Universidade de Brasília (UnB), por falta de recursos para pagar as empresas. “Houve um corte de mais de 40% no custeio da universidade”, afirmou.

 

 


 

 

Ameaça à educação pública

Para a FASUBRA, os desafios estão colocados na atual conjuntura e não ameaçam apenas interesses corporativos e dos trabalhadores por meio da reforma da previdência e trabalhista, mas afetam a concepção da educação e, “sem dúvida nenhuma, é através da educação que podemos transformar o país”. A coordenadora alertou sobre a ameaça de privatização da educação e a importância da unidade e resistência dos trabalhadores, começando pela educação.

 

Resistência

A destituição das entidades, que sempre tiveram compromisso com a educação pública do país, segundo a coordenadora, representa um ataque, que deve ter resposta. Para a FASUBRA, a iniciativa da construção do Fórum Nacional Popular de Educação e da Conape 2018 vai demonstrar ao governo, e principalmente à sociedade que, “nós não nos curvaremos a esse ataque à educação pública, à saúde, à soberania e ao desenvolvimento do nosso país”.

 

Leia reafirmou o compromisso da Federação com a educação pública. “contem com a FASUBRA, essa federação aguerrida que tem quase 40 anos e representa cerca de 200 mil trabalhadores técnico-administrativos em educação”.

Ao final, conclamou as entidades a reativar a esperança nas ruas, por meio de mobilizações,  marchas, conscientização da população, para derrotar o governo Temer. “A educação tem que ser a vanguarda, a trincheira em resistência à esse governo ilegítimo e golpista”, declarou a coordenadora.

 

FORA TEMER!

 

 

Entenda o caso

A destituição de algumas entidades do Fórum Nacional de Educação (FNE) pela Portaria nº 577/17 e o Decreto de 27 de abril de 2017 do governo federal, entre as quais a FASUBRA
Sindical, provocou a saída coletiva de outras entidades.

 

O comunicado foi formalizado em audiência pública na Comissão de Educação do Senado Federal. Em resistência, as entidades criaram o Fórum Nacional Popular de Educação e lançaram Conferência Nacional Popular de Educação - Conape 2018.

 

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

 

 

Credenciamento online dos sindicatos para Plenária Nacional de julho

 

As entidades filiadas devem encaminhar toda a documentação no prazo de quatro dias antes da Plenária.

 

A FASUBRA Sindical informa aos sindicatos de base que o credenciamento online para próxima Plenária Nacional Estatutária que acontece dias 08 e 09 de julho, já está disponível no link:  https://form.jotformz.com/61373487068666

As entidades filiadas devem encaminhar no prazo de quatro dias antes da Plenária:

 

  • Comprovante de pagamento da mensalidade com a FASUBRA;

  • Ata com o nome dos delegados titulares eleitos e suplentes;

  • Lista de presença em papel timbrado digitalizada ou as folhas digitalizadas do livro de ata em que contiver o registro da assembleia;

  • Informe de Base (IB) digital – em Word – para ser disponibilizado na pasta dos delegados, a fim de que, todos os presentes tenham acesso às informações.

  • O Informe de Direção (ID) também será disponibilizado na pasta dos delegados.

     

Pauta

Nesta Plenária serão apresentados os informes nacionais e de base, será realizada a análise de conjuntura e discussão do Plano de Lutas. Também será aprovado o Regimento Interno do Congresso da FASUBRA (CONFASUBRA) que acontece de 26 de novembro a 1º de dezembro.

 

A FASUBRA enviará o comprovante de credenciamento ou informação de pendências, no máximo 24 horas antes da realização da Plenária.

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

 

FASUBRA participou de mesa no 55º Congresso da UNE que debateu a ocupação dos espaços públicos e a cultura na universidade

 

A Federação destacou a ausência de debates de forma acadêmica e científica sobre a causa da insegurança e o combate à violência dentro das universidades.

 

De 14 a 18 de junho aconteceu o 55º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE) na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte-MG. A FASUBRA Sindical representada pela coordenadora Leia Oliveira, participou da mesa de debates “A ocupação dos espaços públicos e a cultura na universidade”, junto a Alê Youssef, presidente da Associação Cultural Acadêmicos do Baixo Augusta, Flávio Renegado, músico e Ivana Bentes professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

 

A Federação apresentou o olhar do técnico-administrativo em educação, que participa da comunidade universitária e vivencia no cotidiano a forma em que os espaços públicos da universidade são ocupados.

 

Privatização dos espaços

Na ocasião, a FASUBRA denunciou a forma de privatização dos espaços nas instituições por meio de concessões para bancos, cantinas, correios, estacionamento, aluguel de teatro e espaços públicos da instituição. “Hoje o espaço da universidade é cada vez mais privatizado, de forma direta ou indireta”.

 

A coordenadora levantou a questão da necessidade de identificar o que são os espaços públicos e para quê e a quem servem. Também falou da ausência de espaço público para os estudantes, como exemplo, para realização  de festas, “hoje é proibida a calourada, os estudantes fazem festas clandestinas e são punidos por isso”.

 

Segurança na universidade

A Federação acredita que a universidade deve ser referência na produção de conhecimento, sobre a forma de combate à violência e ao caos urbano. Segundo a coordenadora, atualmente a universidade copia medidas protetivas utilizadas por empresas privadas dentro do campus.

 

Como exemplo citou as cancelas nas entradas das instituições, gradeamento, muros, vigilância eletrônica, polícia civil e militar dentro do campus. “Ou seja, a universidade não está cumprindo com seu papel que é pensar alternativas para defender a universidade, superando o mito de que a universidade é uma ilha, porque hoje a universidade vive dentro do espaço urbano”.

 

Reforma Universitária

A coordenadora fez um resgate do ideal de universidade, concebido originalmente como cidade universitária. Após a Reforma Universitária instituída pela Lei 5.540/68, promovida pela ditadura militar, a visão de cidade universitária foi substituída pela  de campi universitário.

 

“Antes o campus universitário era muito distante dos espaços urbanos, com o desenvolvimento passou a ser área física dentro da cidade, portanto, sujeita ao caos urbanos  como a violência, congestionamento de trânsito e drogas”, afirmou Leia.

 

A Federação destacou a ausência de debates de forma acadêmica e científica sobre a causa da insegurança e o combate à violência dentro da instituição.

 

Ao final, a FASUBRA apresentou um desafio centrado em três aspectos. Abrir um espaço de discussão na universidade por meio dos conselhos superiores, identificar o conceito do que é espaço público e como são utilizados. “Será que estão sendo utilizados da forma correta”?

 

Questionar a administração das Universidades sobre as “medidas protetivas”, copiadas  do setor privado e aplicadas nas instituições, isolando a instituição do meio urbano. “Esse isolamento não está contribuindo para o saneamento do processo de combate à violência e insegurança que existe nos meios urbanos e campus universitários”, afirmou a coordenadora.

 

Nova presidente da UNE

O 55º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE) elegeu a nova presidente Mariana Dias, estudante de Pedagogia da UNEB (Universidade do Estado da Bahia). Candidata da chapa “Frente Brasil Popular: A unidade é a bandeira da esperança”, Marianna obteve 3.788 votos (79%) e assumirá a presidência da UNE pelos próximos dois anos.

 

 


 

 

Cinco chapas foram inscritas. Em segundo lugar veio a chapa “Fora Temer, rumo à greve geral contra as reformas” com 690 dos votos (14,33%). Em terceiro a chapa “Vem que a UNE é nossa” com 148 dos votos (3.09%). Em quarto a chapa “Fora Temer, eleições gerais já. Mutirão na UNE” com 85 dos votos (1,77%) e em quinto a chapa “Reconquistar a UNE: por nenhum direito a menos, fora temer, diretas já!”, com 84 dos votos (1,75%).

 

A nova presidenta reforçou a unidade entre as forças populares e do movimento estudantil para derrotar o governo de Michel Temer. “Só será possível transformar o Brasil que a gente vive se tivermos muita unidade. Eu tenho a convicção que com a força de sete milhões de universitários desse Brasil nós seremos vitoriosos”.

 

Rumo à greve geral

Foram aprovadas no sábado (17) três resoluções (conjuntura, movimento estudantil e educação), e 11 moções sobre diversos assuntos como, por exemplo, apoio e solidariedade a Rafael Braga, único condenado criminalmente na ocasião das Jornadas de Junho de 2013; a defesa do Sistema Único de Saúde (SUS); a reivindicação de cotas raciais na Universidade de São Paulo (USP); e a construção da greve geral no próximo dia 30 de junho.

 

Com informações: UNE

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

 

FASUBRA participa do lançamento da Conferência Nacional Popular de Educação

 

Evento acontece durante o Seminário Nacional de Privatização e Mercantilização da Educação no Brasil.

 

No dia 20 de junho, a FASUBRA Sindical participa do lançamento da Conferência Nacional Popular de Educação (Conape), durante o Seminário Nacional de Privatização e Mercantilização da Educação no Brasil, promovido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

 

A destituição de algumas entidades do Fórum Nacional de Educação (FNE) pela Portaria nº 577/17 e o Decreto de 27 de abril de 2017 do governo federal, entre as quais a FASUBRA Sindical, provocou a saída coletiva de outras entidades. O comunicado foi formalizado em audiência pública na Comissão de Educação do Senado Federal.  

 

Em resistência, as entidades criaram o Fórum Nacional Popular de Educação e lançaram Conferência Nacional Popular de Educação (Conape), que é destaque no seminário.

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical