Fasubra Sindical

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Confira quais são os sindicatos que deflagraram greve

 

Nesta semana ainda ocorrem rodadas de assembleia.

 

A FASUBRA Sindical fez um panorama nacional das entidades que aprovaram a adesão à greve contra os ataques do governo ilegítimo de Michel Temer. Entre os eixos do movimento paredista está a defesa da carreira dos  trabalhadores técnico-administrativos em educação das instituições de ensino superior.

 

A Categoria reivindica negociação salarial, nenhum direito a menos e a revogação do Plano de Demissão Voluntária (PDV). A luta é contra o aumento da contribuição previdenciária de 11% para 14%,  a demissão por avaliação negativa que visa o fim da estabilidade (PLS 116/17) e em resistência à aprovação da Reforma da Previdência.

 

O corte de orçamento e investimentos que consequentemente desmontam as instituições de ensino superior públicas e ameaçam a prestação de serviços à população, também motivam a greve. Os trabalhadores vão às ruas em defesa do serviço público, do ensino superior público, gratuito e de qualidade e em defesa dos hospitais universitários. Confira as instituições que participam do movimento, organizados em regiões.  

 

Centro oeste

Brasília-DF

Na Universidade de Brasília (UnB), os trabalhadores aprovaram manter a proposta de estado de greve, em assembleia realizada no dia 31 de outubro. A deflagração do movimento paredista será discutido no dia 14 de novembro, em nova assembleia da categoria.

Informações: Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (SINTFUB)

 

Goiânia-GO

Amanhã, 10, os trabalhadores das instituições federais de ensino de Goiás se reúnem em assembleia para decidir sobre a deflagração da greve.

Informações: Artur Dias

Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições Federais de Ensino Superior do Estado de Goiás (SINT-IFESgo)

 

Cuiabá-MT

A assembleia geral dos trabalhadores técnico-administrativos em educação da Universidade Federal do Mato Grosso (UFTM) realizada nesta quarta-feira, 08, aprovou a deflagração da greve.

Informações: Daniel Dino

Sindicato dos Trabalhadores em Educação dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Mato Grosso (SINTUF-MT)

 

Campo Grande-MS

Em assembleia realizada nesta segunda-feira, 06, no anfiteatro do Laboratório de Análises Clínicas da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, a categoria não aprovou a proposta de greve.

Informações: Diana Passos

Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Federais de Ensino do Estado do Mato Grosso do Sul (SISTA-MS)

 

UFGD

Em assembleia realizada na terça-feira, 07, no Auditório 2 da FADIR, os trabalhadores da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) aprovaram a deflagração da greve, a partir do dia 13 de novembro.

Informações: Sindicato dos Trabalhadores em Educação das Instituições Federais (SINTEF)

 

Nordeste

Paraíba

Em assembleia realizada na manhã de terça-feira, 06, no Centro de Vivência do campus I da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), os trabalhadores técnico-administrativos decidiram pelo adiamento da deflagração de greve. A categoria aprovou intensificar as ações de mobilização interna e externa, a permanência em estado de greve, não descartando a entrada no movimento, posteriormente.

Informações: Lúcia Figueiredo

Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior do Estado da Paraíba (Sintespb)

 

Ceará

Unilab

Os trabalhadores da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) aprovaram estado de greve, em assembleia realizada no dia 01 de novembro.

 

UFC e UFCA

A categoria realizou assembleia no no pátio das Mangueiras da Universidade Federal do Ceará (UFC) nesta tarde, 09, decidiram pela deflagração da greve. Amanhã, 10, a assembleia será na Universidade Federal do Cariri (UFCA), no pátio do campus de Juazeiro do Norte.  

Informações: Camila Albuquerque

Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Ceará (SINTUFCE)

 

Bahia

A assembleia dos técnico-administrativos em educação da Universidade Federal da Bahia (UFBA) para avaliar o indicativo de greve acontece no dia 16 de novembro.

Informações:Sindicato dos Trabalhadores Técnico-administrativos em Educação das Universidades Públicas Federais no Estado da Bahia (ASSUFBA)

 

Alagoas

A assembleia dos trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), realizada na manhã de terça-feira, 07, já definiu um calendário de atividades para a primeira semana de greve, que começa na sexta-feira (10/11).  

Informações: Flávio Peixoto

Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (Sintufal)

 

Pernambuco

UFPE

Os trabalhadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) decidem hoje sobre o indicativo de greve, em assembleia geral no auditório Jorge Lobo (CCS).

Informações: André Justino

Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais de Pernambuco. Seção Universidade Federal de Pernambuco (SINTUFEPE)

 

UFRPE

Em assembleia realizada nesta quarta-feira, 09, no auditório da Pró-Reitoria de Extensão (PRAE), os técnico-administrativos em educação da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) aprovaram a deflagração da greve.

Informações: Luciana Barbosa  e Cris Sobral- jornalista

Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais de Pernambuco. Seção Universidade Federal Rural de Pernambuco (SINTUFEPE seção rural)

 

Rio Grande do Norte

A categoria decidirá se adere ou não à greve por tempo indeterminado proposta pela Fasubra, na sexta-feira, 10. A assembleia será às 8h30, no Centro de Convivência da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Informações: Lívia Cavalcanti e Isaiana Santos

Sindicato Estadual dos Trabalhadores em Educação do Ensino Superior (SINTEST/RN)

 

Sergipe

Os trabalhadores técnico-administrativos em educação da Universidade Federal de Sergipe (UFS) lotaram o Hall da Reitoria no dia 26 de outubro. A categoria aprovou o indicativo de Greve no dia 10 de novembro, em uma forte e ampla mobilização contra os ataques aos direitos pelo ilegítimo governo Temer.

Informações: Thiago Leão - jornalista

SINTUFS - Sindicato dos Trabalhadores Técnico-administrativos em Educação da Universidade Federal de Sergipe

 

Maranhão

Os trabalhadores da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) aprovaram, por unanimidade, a manutenção do Estado de Greve, com a intensificação das mobilizações junto aos trabalhadores, um tipo de “corpo-a-corpo” para aumentar a adesão ao movimento de luta da classe. A assembleia foi realizada nesta manhã, 09, no Hall do Castelão.  

Informações: Márcio Rodrigo

Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Terceiro Grau no Estado do Maranhão (SINTEMA)

Piauí

Durante assembleia realizada no dia 24 de outubro os trabalhadores técnico-administrativos em educação da Universidade Federal do Piauí (UFPI) aprovaram a deflagração da greve.

Informações: Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal do Piauí (SINTUFPI)

 

Norte

Pará

Trabalhadores técnico-administrativos em educação da Universidade Federal do Pará (UFPA) e da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) também aderiram à greve. Informações: Abílio Dantas

Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Federais de Ensino Superior no Estado do Pará (SINDTIFES)

 

Amazonas

Em assembleia realizada no dia 27 de outubro a categoria da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) aprovaram a deflagração da greve.

Informações: Sindicato dos Trabalhadores de Ensino Superior do Estado do Amazonas (SINTESAM)

 

Acre

A assembleia dos trabalhadores técnico-administrativos da Universidade Federal do Acre (UFAC) acontece no dia 14 de novembro.

Informações: Sindicato dos Trabalhadores em educação do Terceiro Grau do Acre (SINTEST/AC)

 

Rondônia

Os trabalhadores da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) aderiram ao movimento paredista.

Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Rondônia (SINTUNIR)

 

Roraima

Até o fechamento da matéria não conseguimos informações.

Universidade Federal de Roraima (UFRR)

 

Tocantins

Os trabalhadores da Universidade Federal do Tocantins (UFT) aderiram ao movimento paredista.

Informações: Sindicato dos Técnico-administrativos da UFT (Sintad-TO)

 

Sudeste

Espírito Santo

A categoria deliberou por construir e fortalecer a base dos técnicos da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com atividades semanais, deixando para um segundo momento a deflagração do movimento paredista. A assembleia geral aconteceu na segunda-feira, 6 de novembro, na sub seção sindical do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (HUCAM).

Informações: Luciano Coelho

Sindicato dos Trabalhadores na Universidade Federal do Espírito Santo (Sintufes)

 

Juiz de Fora-MG

A partir do dia 10 de novembro, os técnico-administrativos em educação (TAEs) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), estarão em greve por tempo indeterminado. Esta foi a decisão da categoria em assembleia geral realizada na tarde do dia 06 de novembro, em Governador Valadares, e na manhã do dia 07, em Juiz de Fora.

Informações: Camila Pravato – jornalista

Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino no Município de Juiz de Fora (SINTUFEJUF)

 

Lavras

Os técnico-administrativos em educação da Universidade Federal de Lavras (UFLA), reunidos em assembleia nesta terça-feira, 07, aprovaram estado de greve a partir do dia 10 de novembro.  A deflagração de greve pelo Sind-UFLA pode ocorrer a qualquer momento após esta data, a depender da análise de conjuntura e novos ataques por parte do governo.

Informações: Sindicato dos Servidores Técnicos Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino de Lavras (Sind-UFLA)

 

Belo Horizonte

Os técnico-administrativos em educação do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG) , em assembleia nesta segunda-feira, dia 7 de novembro, no auditório do campus I, ratificaram a deflagração da greve.

 

Em assembleia, realizada também no dia 7 de novembro, os técnico-administrativos em educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), aprovaram a deflagração da greve.

Informações: Vinícius Matias

Sindicato dos Trabalhadores nas Instituições Federais de Ensino (SINDIFE)

 

Ouro Preto

A assembleia dos trabalhadores da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) acontece no dia 10 de novembro, às 9h, no Centro de Convergência para discutir a deflagração da greve.

Informações: César Diab

Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos da UFOP (Assufop)

 

São João del-Rei

Os trabalhadores técnico-administrativos em educação da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) aprovaram estado de greve em assembleia realizada na terça-feira, 07, realizada no anfiteatro do campus Santo Antônio.

Informações: Sindicato dos servidores da Universidade Federal de São João del-Rei (Sinds-UFSJ)

 

Uberaba

A assembleia dos  trabalhadores técnico-administrativos em educação da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) acontece nesta tarde, 09, no anfiteatro B do hospital de clínicas.

Informações: Sindicato dos Trabalhadores técnico-administrativos em Educação das Instituições de Ensino Superior do  Município de Uberaba (Sinte-Med)

 

Uberlândia

A categoria se reúne no dia 16 de novembro às 14h,  nos anfiteatros C e D do bloco 5R, campus Santa Mônica da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) para decidir sobre a deflagração de greve.

Informações: Guilherme Gonçalves e Raíssa Dantas

Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior de Uberlândia (SINTET-UFU)

 

Viçosa

A decisão referente à adesão ao movimento paredista dos trabalhadores da Universidade Federal de Viçosa (UFV) será até o dia 21 de novembro, em assembleia.

Informações: Associação dos Servidores administrativos da Universidade Federal de Viçosa (ASAV)

 

Alfenas

Os trabalhadores da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG) aprovaram estado de greve.

Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública Federal de Terceiro Grau de Alfenas (SINT- UNIFAL)

 

Itajubá

Até o fechamento da matéria não conseguimos informações.

Informações: Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal de Itajubá – MG (SINTUNIFEI)

Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)

 

Niterói-RJ

Após informes, apreciações acerca da plenária da FASUBRA e da situação dos servidores frente aos ataques do governo, a assembleia geral do SINTUFF aprovou a deflagração da greve.

Informações: Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal Fluminense (SINTUFF)

 

Rio de Janeiro

UFRJ

Os técnicos-administrativos em educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), reunidos em assembleia na quarta-feira, dia 8, no auditório do Centro de Tecnologia, no Fundão, aprovaram, por ampla maioria, ratificar a decisão da assembleia realizada no dia 24 de outubro de deflagração de greve a partir do dia 10 de novembro.

Informações: Ana de Angelis e Regina Decos

Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro - RJ (SINTUFRJ)

 

UNIRIO

Os trabalhadores da Universidade Federal Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) aprovaram a deflagração da greve em assembleia realizada no dia 31 de outubro, no Auditório Vera Janacopulos.

Informações: Associação dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Asunirio)

 

Seropédica - RJ

Em assembleia realizada no dia 31 de outubro, os trabalhadores da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)aprovaram por unanimidade a deflagração da greve.

Informações: Flávia Adriana

Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (SINTUR)

 

São Paulo

UNIFESP

Em assembleia realizada no dia 01 de novembro, os trabalhadores da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) aprovaram a adesão ao movimento paredista.

Informações: Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de São Paulo (Sintunifesp)

 

ABC Paulista

Até o fechamento da matéria não conseguimos informações.

Informações: Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais do ABC (SinTUFABC)

 

São Carlos

Os trabalhadores da Universidade Federal de Sao Carlos (UFSCar) aprovaram a deflagração da greve em assembleia, realizada na manhã de quarta-feira, 08.

Informações: Sindicato dos Trabalhadores Tecnico Administrativos da Universidade Federal de Sao Carlos (Sintufscar)

 

Campinas

Na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) os trabalhadores decidiram por não aderir à greve, em assembleia realizada nesta quarta-feira,08.

Informações: Fernanda de Freitas

Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Estadual de Campinas (STU)

 

 

Sul

Paraná

Os trabalhadores da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) aprovam adesão à greve da FASUBRA.

Informações: Luisa Nucada e Silvia Cunha

Sindicato dos Trabalhadores em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior no Estado do Paraná (Sinditest-PR)

 

Educação básica técnica e tecnológica

Os trabalhadores técnico-administrativos em educação da Educação Básica Técnica e Tecnológica do Estado do Paraná, em assembleia realizada no dia 07, decidiram não aderir ao movimento paredista.

Informações: Sindicato dos Trabalhadores da Educação Básica Técnica e Tecnológica do Estado do Paraná (SINDIEDUTEC-PR)

 

Rio Grande do Sul

Rio Grande

Os trabalhadores técnico-administrativos em educação da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) e Instituto Federal, reunidos em assembleia geral, em 25 de outubro, rejeitaram a proposta de greve.

Informações: Márcio Oliveira

Associação Classista do Pessoal Técnico-Administrativo da FURG (APTAFURG)

 

Porto Alegre

A assembleia dos técnico-administrativos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) será realizada no dia 10 de novembro. A assembleia ocorrerá às 13h na Sala 102 (auditório) da Faced, no campus centro da UFRGS, para discutir o indicativo de greve.

Informações: Vítor Hugo Xavier - jornalista

Associação dos Servidores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RS (ASSUFRGS).

 

Pelotas

Em assembleia realizada no dia 25 de outubro, os trabalhadores da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) decidiram pela deflagração da greve.

Informações: Aldrovando Jorge - jornalista

Sindicato dos Servidores da Universidade Federal de Pelotas (ASUFPEL)

 

Santa Maria

No dia 25 de outubro, os trabalhadores da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

aprovaram em assembleia a deflagração da greve da categoria.

Informações: Stéphane

Associação dos Servidores da Universidade Federal de Santa Maria (Assufsm)

 

Santa Catarina

Florianópolis

A assembleia para decidir sobre a adesão à greve dos trabalhadores da Universidade Federal de Santa Catarina acontece amanhã, 10.

Informações: Evandro Baron

Sindicato de Trabalhadores em Educação das Instituições Públicas de Ensino Superior do Estado de Santa Catarina (SINTUFSC)

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

Nota de falecimento do companheiro Jorge Vieira (Jorjão)

 

 

Companheiro Jorjão , presente!

 

A FASUBRA Sindical informa com pesar o falecimento do companheiro Jorge Luiz Teles Vieira, conhecido como Jorjão, 61 anos, técnico-administrativo em educação lotado na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), nesta tarde, 08.

 

Jorjão era membro do Conselho Universitário da Unirio, representante dos trabalhadores técnico-administrativos em educação na Comissão Interna de Supervisão da Carreira (CIS). O companheiro era coordenador geral da Associação dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Asunirio) e também foi coordenador da FASUBRA Sindical no período de seis meses.

 

 

Ao lado da Asunirio, Jorjão lutou contra a privatização da Universidade e dedicou seu estudo para o aprimoramento da carreira dos servidores tecnico-administrativos. O companheiro deixa filhos, esposa, parentes e amigos.

 

A FASUBRA Sindical vem a público manifestar total solidariedade à família e amigos.

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical  

Confira a movimentação dos principais assuntos sobre o funcionalismo público

 

Parlamentares da oposição afirmam que o governo não vai conseguir os 308 votos necessários para aprovação da reforma da previdência em tão pouco tempo.

 

O ilegítimo presidente Michel Temer mudou de estratégia nos “45 minutos do segundo tempo”, na tentativa de aprovar pelo menos o aumento da idade na Reforma da Previdência (65 anos para homens e 62 anos para mulheres).  As outras propostas ficariam para a próxima gestão. Parlamentares da oposição afirmam que o governo não vai conseguir os 308 votos necessários para aprovação em tão pouco tempo. Já a base aliada critica a proposta tardia de Temer, anunciada a poucos dias do fim de 2017.

 

PDV

Enquanto isso, a medida provisória (MP 792/17) que prevê o Programa de Demissão Voluntária (PDV), redução de jornada e salário e a licença não remunerada para servidores públicos federais, foi aprovada em comissão mista da Câmara dos Deputados. A justificativa do governo de reduzir as despesas com a folha de pagamento, na realidade, vai causar um aumento de despesas nas contas, dependendo da quantidade de servidores que aderirem ao PDV. O texto segue para o Plenário.

 

MP 805/17

A MP 805/17 que aumenta a contribuição previdenciária dos servidores públicos de 11% para 14% e congela reajustes, recebeu 255 emendas. A comissão mista que vai analisar o texto ainda não está formada. Parlamentares não querem assumir a responsabilidade de relatar uma medida impopular (DIAP).

 

Negociação coletiva no serviço público

O Projeto de Lei 3.6831/15 que regulamenta a negociação coletiva no serviço público foi encaminhado à sanção presidencial. A mesa diretora da Câmara dos Deputados recusou a retirada do recurso contrário ao caráter terminativo do projeto e o pedido de análise do texto pelo plenário da Casa.

 

13º salário

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) anunciou na terça-feira, 07, o pagamento da segunda parcela do 13º salário aos servidores da União, no mês de novembro.

 

Greve  da FASUBRA

Dia 10 de novembro começa a greve nacional da FASUBRA Sindical. Também será o Dia Nacional de Lutas dos Servidores Públicos Federais para Parar o Brasil, com mobilização de diversas categorias, em defesa do serviço público. Na mesma data, o Movimento Brasil Metalúrgico mobiliza as categorias da indústria em resistência a reforma trabalhista, que entra em vigor no dia 11 de novembro e contra a perda de direitos.

 

Com informações: O DIA, Agência Câmara de Notícias e DIAP

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

Funcionalismo federal se unifica para enfrentar o pacote de maldades de Temer

 

Entre as várias ações, a grande atividade será a caravana nacional a Brasília-DF no dia 28 de novembro.

 

Nesta terça-feira, 07, os representantes do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) e o Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) se reuniram na sede da Fenajufe, em Brasília-DF. Na ocasião, as entidades nacionais acordaram um calendário de lutas unificado e uma série iniciativas comuns, para enfrentar o pacote de maldades de Michel Temer.

 

Na análise de conjuntura se destacou a indignação dos servidores públicos federais e a disposição em construir o enfrentamento. O governo Temer quer impor mais sacrifícios para o funcionalismo e para todo o conjunto da classe trabalhadora, atendendo os interesses dos bancos e dos grandes empresários.

  

A defesa dos serviços públicos de qualidade para toda população e a valorização dos servidores públicos federais é o centro das mobilizações do mês de novembro. Entre as várias ações, a grande atividade será a caravana nacional a Brasília-DF no dia 28 de novembro.

 

Confira abaixo o relatório da reunião:

RELATÓRIO REUNIÃO FONASEFE – FONACATE.

07/11/2017 na sede da Fenajufe em Brasília.

 

Presentes: ANDES-SN,ASSIBGE,ANFFAsindical,ASFOC-SN, ASEMPT, ANESP, AFIPEA, CONDSEF, FASUBRA, FENAJUFE, FENASPS, SINDRECEITA ,SINAL ,SINAIT ,SINASEFE ,SINASEMPU , UNACON sindical.

Centrais presentes: CTB, CSP Conlutas, Pública.

 

Pauta:

1.  INFORMES

Informes do FONASEFE e FONACATE.

Informes das entidades presentes.

 

2. CONJUNTURA E CALENDÁRIO DE LUTAS.

 

Após um amplo debate e várias propostas das representações das entidades presentes na reunião, os principais encaminhamentos foram:

 

Calendário de lutas:

10/11 ( Sexta feira) – Dia nacional de paralisações, manifestações e protestos contra a reforma trabalhista e todos os ataques do governo Temer contra os trabalhadores.  A reunião orienta as entidades a fortalecerem os atos que vão ocorrer nos estados. Em Brasília haverá manifestações pela manhã no espaço do servidor na esplanada dos ministérios e ao final da tarde na rodoviária.

 

20/11 ( Segunda-Feira) – Audiência Pública na CDH – Senado Federal as 14:30.  Essa audiência pública vai debater no senado federal a defesa dos serviços públicos e o pacote de maldades do governo Temer contra o funcionalismo.

 

21/11 ( Terça-Feira)  - Audiência Pública organizada pela ANDIFES na câmara dos deputados para discutir a crise das universidades públicas.

 

27/11 ( Segunda Feira)  - Tema: “Qual serviço público que queremos?”  Auditório Nereu Ramos na câmara dos deputados às 14h. Organização: FONACATE.

 

28/11( Terça Feira)  - Caravana nacional do funcionalismo a Brasília com manifestações na esplanada dos ministérios.

 

29/11 ( Quarta Feira) – Ato público no judiciário para anunciar ação jurídica contra a MP 805.

 

 

OUTRAS INICIATIVAS:

- Ofício solicitando audiência com o presidente da Câmara e Senado. Como também solicitar audiência com a liderança do governo e da oposição na câmara e no senado.

 

- Reunião das assessorias jurídicas das entidades do FONASEFE e FONACATE no dia 14/11 na sede do SINAIT em Brasília.  Tema: Ação contra a MP 805.

 

- Publicar uma nota pública das entidades do FONASEFE e FONACATE convocando a luta contra o pacote de maldades de Temer que atinge o funcionalismo e os serviços públicos.

 

 

Pauta de reivindicações acordados entre as entidades presentes:

- Em defesa dos serviços públicos de qualidade para a população.

 

- Revogação e retirada de todas as MPs e PLs que atacam o funcionalismo.

Ex: MPs 805 e 792/ 2017.  PL 116/2017.

 

- Não a reestruturação das carreiras do funcionalismo! Nenhum direito a menos!

 

- Não a reforma da previdência!

 

- Revogação da EC 95, Não a reforma do ensino, Não a reforma trabalhista, pelo fim das terceirizações.

 

- Contra as privatizações, não a entrega do patrimônio público!

 

- Abaixo o ajuste fiscal contra os trabalhadores / Que os bancos e as grandes fortunas paguem pela crise!

 

 

-Nenhum direito a menos!

 

 

 

 Próxima reunião:  Dia 16/11 às 14 h. Local: Condsef em Brasília.

 

Direção Nacional FASUBRA Sindical

 

CDH discute proposta de Estatuto do Trabalho

 

O objetivo é substituir a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e apresentar como alternativa à reforma trabalhista o estatuto.

 

Na manhã de segunda-feira, 06, a FASUBRA Sindical participou da audiência pública sobre: “O Estatuto do Trabalho: Uma lei para todos”. Realizado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal, parlamentares, autoridades, entidades sindicais e trabalhadores discutiram a construção do Estatuto do Trabalho, com o objetivo de substituir a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e como alternativa à reforma trabalhista. Representaram a Federação os coordenadores Gibran Jordão e Eurídice Almeida.

 

Redução de direitos

 


 

Magda Barros Biavaschi, representante do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (CESIT/UNICAMP), apresentou o livro escrito a partir do dossiê que analisa aspectos econômicos da reforma trabalhista, que será lançado ainda neste mês. Para Magda, “não é reduzindo direitos sociais que vamos construir sociedades bem mais desenvolvidas economicamente”, se referindo aos exemplos de reformas que foram implementadas análogas à brasileira. “Destruíram não só as relações de trabalho, mas destruíram as possibilidades econômicas desses países a se desenvolver. E hoje estão sofrendo para tentar recuperar essa caminhada”, alertou Magda.

 

Foco no trabalhador

 


 

A desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, Silvana Abramo, trouxe reflexões vinculadas às construções coletivas, uma proposta no campo do direito material. “É necessário ter uma reafirmação dos direitos e principalmente uma intelecção de que o trabalhador é um sujeito de direitos e um sujeito completo, dentro ou fora do seu local de trabalho e jornada de trabalho”. Sílvia considerou que o estatuto deve trazer garantias constitucionais e convencionais. “Esse entendimento mais holístico do que é o trabalho, desloca o foco da CLT anterior à reforma, tem o seu foco no objeto trabalho e produção, e vê o trabalhador como um produtor de mão de obra”. Segundo a desembargadora, o trabalhador deve ser o foco, de acordo com os termos de direitos humanos, da Constituição Federal e das normas internacionais.

 

Desvalorização do trabalho

 


 

Kátia Arruda, ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) apontou a permanência da cultura escravocrata na técnica de exploração do trabalho no país.  “No Brasil parece persistir uma cristalização da desvalorização do trabalho”, afirmou Kátia citando o autor Caio Prado Júnior, que descreve a formação do Brasil contemporâneo.

 

Para a ministra, a colonização escravocrata moldou um tipo de visão que não reconhece no trabalhador, alguém que mereça respeito e valorização. Segundo o IBGE (2010), apenas 16%  dos trabalhadores brasileiros tem ensino superior completo, 40% têm até o ensino fundamental. O nível salarial é baixo, 70% dos trabalhadores recebiam menos de dois salários mínimos, 90% ganham menos ou até cinco salários mínimos. “Esses dados mostram que nossos trabalhadores ganham pouco, ainda não foram inseridos adequadamente na sociedade, muitos são analfabetos ou têm baixa escolaridade, e tem uma jornada de trabalho alta”.

 

A jornada de trabalho é alta no Brasil, segundo dados da OIT, o país perde apenas para a Coreia do Norte.  “A tendência de países como França, Alemanha, Canadá e Dinamarca é reduzir a jornada de trabalho”, de acordo com a ministra o Brasil vai na contramão. O tema central da Constituição Federal é a valorização do trabalho e da livre iniciativa, segundo Kátia. “Queremos construir algo que venha a refletir esses dois fatores, construir algo que seja bom para todos”.

 

Direito material e processual

 


 

Noemia Aparecida Garcia Porto, vice-presidente da Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (ANAMATRA) relatou que a instituição tem sido alvo de ataques na grande mídia. “Querem constranger a magistratura para que ela não exerça seu papel de uma intérprete da constituição, uma intérprete compromissada com as convenções internacionais do trabalho e com o primado da democracia no Brasil”.

 

Apresentou partes do texto sobre avanços possíveis no campo do processo do trabalho, como campo especializado, com enfoque no fortalecimento do poder judiciário do trabalho, a magistratura do trabalho e do processo do trabalho como mecanismo de tradução das demandas dos trabalhadores. “A ANAMATRA contribuiu no Estatuto do Trabalho com a parte processual trabalhista. Uma das forças da CLT é colocar no mesmo texto tanto normas de direito material, quando normas de direito processual. No mesmo texto compilado conseguimos trabalhar normas de proteção no campo do trabalho para além do emprego para todos os trabalhadores”, afirmou Noemia.

 

 

Agora é greve

 


 

O coordenador geral da FASUBRA, Gibran Jordão, fez um chamado aos trabalhadores para o Dia Nacional de Luta no dia 10 de novembro. A iniciativa do movimento Brasil Metalúrgico teve adesão das categorias do funcionalismo público, movimentos sociais e estudantil, em protesto contra a reforma trabalhista e outros ataques contra a classe trabalhadora.

 

Gibran anunciou a deflagração da greve dos trabalhadores técnico-administrativos em educação das instituições de ensino superior públicas. “A greve tem como centro nossa carreira e em defesa dos serviços públicos, já que o governo Temer e o Congresso Nacional estão dispostos a aplicar o ajuste fiscal contra direitos democráticos e sociais. Medidas como o PDV, redução de jornada e salários e aumento da contribuição previdenciária, adiando reajustes já acordados”.  Na ocasião, o coordenador solicitou uma audiência pública sobre os ataques ao funcionalismo.

 

 

Desmonte

 


 

Eurídice Ferreira de Almeida, coordenadora da FASUBRA destacou o desmonte de políticas sociais e inclusivas pelo atual governo, principalmente a saúde e educação. “As universidades são o ponto crucial da política deste desgoverno que é o desmonte da sociedade brasileira, porque um povo sem educação é um povo cordato, e um povo cordato é fácil de manipular”.

 

Para a coordenadora, as universidades estão mais do que sucateadas, estão sendo destruídas literalmente. “O caso dos 130 trabalhadores terceirizados demitidos do Senado é uma constante nas universidades”, afirmou. Eurídice questionou para onde vão os estudantes que prestaram o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). “Não há financiamento para sustentar a expansão feita sabiamente pelos governos Lula e Dilma, não há contratação de professores e de técnicos, os cargos daqueles que se aposentam não são repostos”.

 

Os hospitais universitários sob gestão de empresa pública de direito privado (Ebserh), segundo a coordenadora, acabou com o espaço de cuidado do ser humano, independente da sua situação financeira, de ter um atendimento de saúde qualificado. “O SUS, os hospitais universitários sempre fizeram os atendimentos de média e alta complexidade nesse país”, afirmou referindo à crise de gestão nos hospitais e a transformação de um direito constitucional em serviço, beneficiando financeiramente as empresas de redes hospitalares.

 

Sobre a deflagração da greve, a coordenadora afirmou que, “ a FASUBRA sempre foi protagonista, e mais uma vez vamos nos colocar como testa de ferro pra fazer o levante do movimento”. Para a coordenadora, todas as medidas do governo que afetam a população e o serviço público tem como objetivo adequar o país ao Acordo sobre Comércio de Serviços (TISA, sigla em inglês), que estabelece um novo grau de hegemonia e concentração de renda.

 

 

‘Chamamos os servidores para que venham para a luta porque nossos direitos estão sendo cerceados, tomados a mão grande. Vamos continuar lutando. FASUBRA livre, Brasil livre e o povo na rua”, finalizou Eurídice.

 

Fotos: Agência Senado

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical