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No dia 28 de abril, VAMOS PARAR O BRASIL!

 

 

Centrais sindicais convocam a população de todo o país  a fazer Greve Geral contra as reformas que tiram direitos da Classe Trabalhadora

 

A FASUBRA Sindical, em conjunto com o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (FONASEFE), acatou  posicionamento das centrais sindicais brasileiras frente aos ataques do governo, convocando uma greve geral em todo país.

 

A deliberação do movimento amplo aconteceu em reunião no dia 27 de março, momento em que as principais centrais sindicais do país definiram o calendário de lutas contra a retirada de direitos. A data, marcada para  28 de abril, será o dia de PARAR O BRASIL.

 

Confira abaixo a nota das entidades.   

 

Dia 28 de abril, Vamos parar o Brasil!

As centrais sindicais conclamam seus sindicatos filiados para, no dia 28, convocar os trabalhadores a paralisarem suas atividades, como alerta ao governo de que a sociedade e a classe trabalhadora não aceitarão as propostas de reformas da Previdência, Trabalhista e o projeto de Terceirização aprovado pela Câmara, que o governo Temer quer impor ao País.

 

Em nossa opinião, trata-se do desmonte da Previdência Pública e da retirada dos direitos trabalhistas garantidos pela CLT.

 

Por isso, conclamamos todos, neste dia, a demonstrarem o seu descontentamento, ajudando a paralisar o Brasil.

 

São Paulo, 27 de março de 2017.

 

Adilson Araújo (presidente da
CTB), Antônio Neto (presidente da CSB), José Calixto Ramos (presidente da Nova
Central), Paulo Pereira da Silva (presidente da Força Sindical), Ricardo Patah
(presidente da UGT), Vagner Freitas (presidente da CUT), Edson Carneiro (Índio)
(secretário-geral da Intersindical), Luiz Carlos Prates (Mancha) (presidente da
CSP-Conlutas), Ubiraci Dantas de Oliveira (Bira) (Presidente da CGTB).

 

LINK MATERIAL - DOWNLOAD

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

Em defesa dos trabalhadores técnico-administrativos, deputada Alice Portugal solicita explicações ao MEC sobre revogação de ofício

 

Ministério orientou o retorno às descrições dos cargos ao Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos (PUCRCE)

 

Confira a nota da deputada federal e técnica-administrativa Alice Portugal, publicada no dia 06 de abril, referente à solicitação de informações ao ministro da Educação Mendonça Filho sobre a revogação do ofício que trata do Plano de Cargos e Carreira dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE).

 

Alice sai em defesa dos trabalhadores técnico-administrativos das Instituições Federais de Ensino

 

Entenda o caso

No dia 14 de março, coordenador-geral de Gestão de Pessoas (CGGP) enviou Ofício-Circular nº1/2017/COLEP/CGGP/SAA-MEC, aos dirigentes de gestão de pessoas das instituições federais de ensino. O documento torna sem efeito o Ofício Circular nº 015/2005/CGGP/SAA/SE/MEC, de 28 de novembro de 2005, referente ao Plano de Cargos e Carreira dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE), conquistado pela Categoria.

 

De acordo com o documento, o Ministério da Educação (MEC) orientou o retorno às descrições dos cargos ao Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos (PUCRCE), regulamentado pela Lei nº 7.596 de 1987.

 

FASUBRA e Sinasefe se reúnem com o MEC para esclarecer ofício referente ao PCCTAE

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

 

 

 

 

 

 

Trabalhadores da FASUBRA participam do treinamento de Team Coaching para desenvolvimento da equipe

 

Administradora da FASUBRA ressalta que o que se espera no final é ter uma equipe que desenvolve seu potencial, cresça junto como um time forte e com resultados de excelência”

 

Na tarde de quarta-feira, 05, a FASUBRA Sindical promoveu o treinamento Team Coaching para todos os trabalhadores da Federação. O curso, ministrado por Alexsandra Feliciano Leite, administradora da FASUBRA, especialista em Gestão de Pessoas e Coach Pessoal, Profissional, Executive e Business, faz parte da agenda de reestruturação administrativa da Federação.

 

 

De acordo com Alexsandra, o Team Coaching é o método mais avançado no mundo empresarial , realizado em grandes corporações por todo o mundo. Durante o treinamento são utilizados métodos e ferramentas validadas cientificamente por grandes coaching, empreendedores e cientistas como Brian Tracy, SBCoaching, Martin Selimann entre outros.

 

 

Entre as ferramentas será utilizada a Via Charater. “O método Via Caráter, auxilia no reconhecimento da força de cada trabalhador  e, a partir disso, é desenvolvido  o potencial de cada um dentro da equipe. Por isso que foi escolhido esse método para trabalhar dentro da federação”, informou  a gerente.

 

 


 

Definição de time

De acordo com a definição de Jon Katzenbach e Douglas Smith consultores de negócios, time é um pequeno número de pessoas com habilidades complementares, comprometidas com um propósito comum, metas de desempenho e abordagens contabilizadas de forma mútua.  

 

Objetivo

“O objetivo é integrar e fazer da equipe de trabalho um time em prol de um único objetivo, obtendo maiores resultados dessa forma”. Para Alexsandra, um time trabalhando junto resulta no aumento de forças individuais e do time, proporcionando um trabalho melhor e pessoas mais felizes.

 

 


 

Como será o treinamento

Serão realizados treinamentos semanais para alinhamento de trabalhos, sessões individuais de coaching semanais ou quinzenais (de acordo com possibilidade de agenda), reuniões específicas para preparação de novos líderes e avaliações periódicas de metas e qualidade.

 

 

“O que se espera no final é ter uma equipe que desenvolve seu potencial, cresça junto como um time forte e com resultados de excelência”, afirmou Alexsandra.

 

Confira os benefícios do coaching

O coaching é um processo estruturado, formal ou informal que utiliza modelos de mudanças validados e técnicas que auxiliam os indivíduos a identificar suas necessidades, avaliar seus valores, compreender suas motivações, desenvolver competências e habilidades, eliminar bloqueios, elevar a performance e atingir mudanças sustentáveis.

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

 

 

Técnicos administrativos e estudantes barram cobrança de mensalidades no Centro Paula Souza

 

 

Categoria dos trabalhadores técnico-administrativos está atenta na luta contra propostas de privatização da educação pública em todas as esferas.

 

A mobilização desencadeada pelo Diretório Central de Estudantes (DCE) das Faculdades de Tecnologia de São Paulo (FATEC), com o apoio do Sindicato dos Trabalhadores do Centro Paula Souza (Sinteps), barrou a proposta de cobrança de mensalidades no Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza de São Paulo (Ceeteps).

 

A superintendente do Centro, professora Laura Laganá informou no dia 28 de março,  que a consulta sobre mensalidades no Ceeteps, foi retirada da pauta. O assunto seria discutido na reunião do dia 29 de março, no Centro Estadual de Educação (CEE/SP).

 

Segundo a superintendente, a “consulta” não se relaciona a cobrança de mensalidades nos cursos regulares das ETECs e FATECs, mas sim nos cursos de especialização das FATECs.

 

Entenda o caso

O governo do estado de São Paulo decidiu aproveitar a onda reacionária e retrógrada que inunda o país neste momento para tentar impor um velho projeto tucano: privatizar o Centro Paula Souza. Isso mesmo! Na surdina, foi enviada ao Conselho Estadual de Educação (CEE/SP) uma “Consulta sobre cobrança de mensalidades no Ceeteps”.

 

Clique aqui para conferir a notícia no site do CEE.

 

Após a reação conjunta de estudantes e trabalhadores técnico-administrativos, a proposta foi retirada da pauta de discussões.

 

PEC 395/14

Para a FASUBRA, a proposta se relaciona diretamente com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 395 de 2014, que autoriza a cobrança de cursos de pós-graduação e extensão nos institutos federais e universidades, rejeitada pela Câmara dos Deputados na última quarta-feira, 29 de março.

 

Categoria dos trabalhadores técnico-administrativos está atenta na luta contra propostas de privatização da educação pública em todas as esferas (municipal, estadual, distrital e federal).

 

Pelo direito de manifestação

O presidente do Diretório Central de Estudantes (DCE) das FATECs, Henrique Domingues, foi preso na noite de quarta-feira, 29 de março, nas dependências da FATEC Ipiranga. Ele e outros membros do DCE estavam na unidade para falar sobre o congresso da entidade e discutir com os estudantes a iniciativa do governo do estado de enviar ao Conselho Estadual de Educação (CEE/SP) uma “consulta” sobre a possibilidade de cobrança de mensalidades nos cursos de pós-graduação.

 

Assista as imagens da prisão do estudante aqui!

 

 

Confira a nota de repúdio de docentes e trabalhadores técnico-administrativos referente a repressão da polícia militar contra estudantes aqui!

 

 

Foto: Nelson Kon

Com informações: Assessoria de Comunicação Sinteps


Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

Trabalhadores da Uerj lutam contra estado de penúria e miserabilidade

 

 

 

Mais de 5.000 trabalhadores em reação à política de destruição do serviço público, lutam para trazer de volta a dignidade e o direito à vida.

 

A FASUBRA Sindical tem acompanhado com muita atenção a crise na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). Em dezembro de 2016, a Federação realizou o Seminário dos Trabalhadores das Estaduais, com ênfase na situação da Uerj.

 

O estado do Rio Janeiro passa por um momento de crise financeira aguda, devido a corrupção articulada pelo ex-governador Sérgio Cabral, e que atinge a gestão do atual governo de Luiz Fernando Pezão, ambos do PMDB. O primeiro se encontra encarcerado por desvio de verba e formação de quadrilha, o segundo cassado por abuso de poder econômico e político.

 

A coordenação das Estaduais têm feito diversas ações como denúncia contra o governador do estado, ações junto a Assembleia Legislativa do RJ (Alerj), ao congresso nacional e  participado dos atos e assembleias.

 

A Federação entende que a situação na Uerj não é um caso isolado. Este modelo de sucateamento e desmonte também ocorre em universidades dos estados de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Norte, Paraíba entre outras.

 

Segundo a coordenação das Estaduais, a saída é a unificar a luta em todo o país! “O projeto do governo federal para as universidades públicas federais é o mesmo que vem sendo aplicado em muitos estados. Congelamento e ou parcelamento de salário e décimo terceiro, fim do concurso público, terceirização em todo o processo de trabalho, demissão voluntária, diminuição ou cancelamento do repasse de verbas, dentre outros ataques”.

 

Os trabalhadores técnico-administrativos  e  professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), mais uma vez, esclarece situação de crise que se aprofunda na instituição. Considerada patrimônio do estado do Rio de Janeiro, a universidade tem papel importante para o desenvolvimento econômico, político, cultural e educacional do país, segundo nota do Fórum Nacional de Educação (FNE).

 

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Públicas Estaduais do Rio de Janeiro (Sintuperj), diante do cenário insustentável de atrasos salariais, do 13º salário de 2016 e da ausência de financiamento da universidade, os técnico-administrativos estão em greve desde o dia 16 de janeiro de 2017.

 

5.000

Mais de 5.000 trabalhadores em reação à política de destruição do serviço público, lutam para trazer de volta a dignidade e o direito à vida.  A participação ativa dos trabalhadores nas mobilizações de rua em defesa do serviço público, gratuito e de qualidade, tem sido marcada pela repressão violenta da Polícia Militar do Rio de Janeiro.

 

No dia 24 de janeiro, a matéria veiculada pelo jornal O Globo, sobre a crise das universidades Uerj, Norte Fluminense (Uenf) e da Zona Oeste (Uezo), mostrou que as instituições  deixaram de receber cerca de R$ 402,5 milhões do governo.

 

Corte de 30% dos salários

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Pezão, anunciou no dia 24 de março o corte de 30% dos salários dos servidores docentes e técnico-administrativos da Uerj que estiverem em greve.

 

Penúria e miserabilidade

Em conversa com  Antônio Virgínio Fernandes, coordenador do Sintuperj, a FASUBRA Sindical constatou a situação de penúria e miserabilidade. “Não temos nenhuma perspectiva, haja vista que o governador até o momento não se manifestou quando vai pagar o salário de fevereiro, 13º salário (2016), nem se fala”.  

 


 

Segundo Virgínio, “há um mandado de segurança na mão de um desembargador para que opine sobre o despacho do Ministério Público, concedendo uma liminar a nosso favor, obrigando o pagamento pelo governo”.

 

A universidade continua sem receber as verbas de custeio, para pagamento dos terceirizados, inclusive, para manter a limpeza e conservação. “Então a situação está neste pé, sem nenhuma perspectiva”, disse o coordenador.

 

Na luta

A perspectiva dos trabalhadores é continuar nas ruas, na luta com todos os servidores públicos, pressionando o governo. Virgínio relatou desapontado, “chegamos ao ponto de não ter dinheiro nem para nossa alimentação, ficamos dependentes de parentes e amigos para nos locomover”.

 

Mesmo diante das dificuldades, o coordenador destacou a força dos trabalhadores da Uerj, “temos participado de todos os atos das centrais contra a Reforma da Previdência, Trabalhista e do processo de terceirização sancionado na sexta (31/03), contra o pacote de maldades que o governador quer impor aqui, e que nós conseguimos resistir até agora na Assembleia Legislativa”.

 

Escolha política   

Para o Sintuperj, se hoje milhares de alunos estão fora da sala de aula e as atividades acadêmicas e de extensão estão paradas, é consequência direta de uma política implementada há anos e agravada entre 2015-2017. “Com custeio praticamente zerado, o governo do PMDB representado no estado por Pezão, destrói os sonhos de uma juventude ávida em retomar as atividades e se formar e, também, de milhares de famílias dos trabalhadores que dependem de seus salários para sua subsistência”.

 

A UERJ atualmente conta com 8 mil servidores e atende cerca de de 40 mil alunos, entre graduação e pós-graduação, com duas grandes Unidades de Saúde (Hospital Universitário Pedro Ernesto - HUPE e PPC - Policlínica Piquet Carneiro) com assistência de alta complexidade e mais de 60 áreas de especialidades e subespecialidades, integrando a rede SUS como referência nacional.

 

“Não garantir os recursos tão necessários para sua manutenção é escolha política consciente de um governo que já provou não ter compromisso com o interesse público”, afirma o sindicato. Para completar, centenas de trabalhadores terceirizados foram demitidos em 2016, sem receber direitos.

 

Veja as principais causas da crise na UERJ, segundo docentes e trabalhadores:

 

- Nós professores da UERJ não estamos em greve e nem paralisados há 5 meses.

 

- O governo não repassa a verba para manutenção e custeio da UERJ.

 

- A Reitoria está adiando o início das aulas por falta de condições.

 

- Estamos sem salário de fevereiro e décimo terceiro.

 

- Estudantes sem bolsas e funcionários sem salários.

 

- A UERJ está sem trabalhadores de limpeza e de manutenção, por falta de salários desde fevereiro e não existe previsão de nova licitação para a contratação.

 

- Pezão faz anúncio sobre redução de 30% dos salários de professores na mesma semana em que cerca de 300 milhões de reais (desviados pela corrupção do governo onde ele foi vice) são devolvidos ao estado.

 

- Pezão não quis reduzir os supersalários dos Secretários, mas joga nos trabalhadores da UERJ a conta da crise.

 

- Não recebemos aumento salarial há doze anos! A única forma de reajuste que existe para a nossa categoria é por meio dos triênios (5% a cada três anos, índice muitíssimo mais baixo que a inflação!) e através de ascensão em Plano de Carreira que corresponde a índices de produtividade acadêmica e tempo de serviço.

 

 

Entenda a crise no estado do Rio de Janeiro e o desmonte da Uerj

 

 A FASUBRA continuará na luta com os companheiros da Uerj até que se apresente solução para o problema, atendendo as reivindicações dos trabalhadores e pela preservação da universidade. A Uerj, sem sombra de dúvidas é um patrimônio do estado do Rio de Janeiro e do Brasil”.

 

Com informações: Assessoria de Comunicação Sintuperj

Foto: Yasuyoshi-Chiba--AFP---Carta-Capital

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical