Fasubra Sindical

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Vem aí o 23º Curso Anual do Núcleo Piratininga de Comunicação!

 

 

O papel da comunicação na organização popular é tema do curso.

 

O Curso Anual do NPC vem com tudo neste ano de 2017. Vem com a força necessária para encarar um momento grande mudanças no mundo do trabalho no Brasil. A organização dos trabalhadores e a sua comunicação vão estar no centro dos debates no Rio de Janeiro durante cinco dias, de 22 a 26 de novembro. Do velho panfleto à realidade atual, na qual Google e Facebook concentram, juntos, 87% das verbas publicitárias que circulam no mundo.

 

Já confirmaram presença palestrantes como Flavia Braga, Maria Lúcia Fatorelli, Reginaldo Moraes, Ruy Braga, Francisco Fonseca, Laurindo Leal, Camila Marins, Maisa Lima, Marcela Cornelli, Mauro Iasi, Ricardo Antunes, Beto Almeida, Sylvia Moretzsohn, Claudia Costa, Guilherme Boulos e Adenilde Petrina.

 

VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA!

 

 

O curso acontecerá no Rio de Janeiro. A hospedagem será no próprio local do curso ou em hotéis próximos ao salão de eventos. A taxa de inscrição será a mesmo do ano passado: R$ 1.490,00 (com hospedagem) R$ 890,00 (sem hospedagem).

 

Clique aqui e baixe a ficha de inscrição e garanta sua vaga!

 

Conheça um pouco mais e veja as edições anteriores do Curso Anual do NPC em: http://nucleopiratininga.org.br/retrospectiva/

 

Mais informações: http://nucleopiratininga.org.br

 

Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC)

Nota da FASUBRA contra a decisão da justiça em considerar a homossexualidade uma doença

Para a FASUBRA, a decisão da justiça é arbitrária e ofensiva aos movimentos sociais e demonstra descaso com os atos de opressão sofridos pela população LGBT.

 

A FASUBRA Sindical repudia a decisão do juiz Waldemar Cláudio de Carvalho da 14ª Vara do Distrito Federal, que suspende a resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que proíbe o tratamento psicológico de homossexuais e bissexuais como doença. A resolução, publicada em 1999, é embasada na decisão da Organização Mundial de Saúde (OMS), que retirou a homossexualidade da lista de doenças.

 

A Federação pontua que, em toda a história do Brasil, nunca houve uma onda de retrocessos sociais tão perversa. Para a FASUBRA, a decisão da justiça é arbitrária e ofensiva aos movimentos sociais e demonstra descaso com os atos de opressão sofridos pela população LGBT.

 

A gravidade da situação demonstra claramente uma posição homofóbica por parte do juiz. Para a FASUBRA, a questão de gênero é inerente ao próprio ser humano, o indivíduo deve saber do próprio corpo, não pode ser algo que alguém determine.

 

O Brasil é o país no mundo que mais mata travestis e transexuais; em 2016 foram notificadas 347 mortes de acordo com o Grupo gay da Bahia (GGB). A preocupação da FASUBRA diante do número de homicídios da população LGBT é de que a decisão do juiz potencialize a situação.

 

Na última Plenária da Federação, uma técnica-administrativa em educação transgênero relatou a marginalização da população LGBT. Por não encontrar espaço no mercado de trabalho devido a discriminação, muitos trilham o caminho da prostituição, sofrendo diversos tipos de violência, opressão e morte.

 

Para a FASUBRA, cabe intervenção do Conselho Federal de Medicina, Conselho Federal de Psicologia e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

 

Histórico de intolerância

 

No Brasil, todas as vezes que as minorias se levantam, surge uma questão científica que reforça o processo de violência. “Foi assim na década de 30 e 40 com processo de embranquecimento, no levante das mulheres para conquistar seu direito a voto e agora na questão LGBT”.

 

Colocar a ciência para explicar o modo operante de opressão contra as populações minoritárias é comum, e  sobre isto a FASUBRA é totalmente contra. Esse debate extrapola a questão dos ataques de conservadorismo e ao mesmo tempo se configura como um mecanismo de controle do crescimento  de um segmento no país. A população LGBT atualmente é autônoma, independente e também levanta bandeiras além da própria luta, como a defesa da democracia.

 

A FASUBRA defende uma política de liberdade do indivíduo sobre a sua vida e próprio corpo, como rege a Constituição Federal. “Devemos permanecer atentos para que esse elemento não se torne comum no país e combater arduamente”.

 

Direção Nacional FASUBRA Sindical

 

Análise de conjuntura aponta a unidade para fazer a luta

 

 

Os ataques ao funcionalismo público por meio do pacote anti-servidor do governo Temer, para desestruturar carreiras, demitir servidores e instituir a terceirização irrestrita também são alvo de preocupação da Categoria.

 

A Plenária Nacional da FASUBRA Sindical realizada em Recife-PE, começou na manhã de sábado, 16, com um ato de solidariedade e apoio aos trabalhadores técnico-administrativos em educação demitidos da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). “Os trabalhadores e trabalhadoras da Plenária da FASUBRA manifestam solidariedade aos companheiros arbitrariamente demitidos da UNIRIO. Não aceitamos essa perseguição aos sindicalistas. Mexeu com um, mexeu com todos, FORA TEMER”!

 

Em seguida os representantes das forças políticas da Federação iniciaram a análise de conjuntura. Em pauta a discussão sobre a realização do XXIII Congresso Nacional da FASUBRA, previsto para novembro e a possibilidade de uma greve unificada com as demais categorias do serviço público.

 

Em uníssono as forças políticas concordam sobre os ataques em curso contra a educação pública, por meio da Emenda Constitucional nº 95 de 2016, congelando investimentos em políticas pública e salários por 20 anos.

 

Os ataques ao funcionalismo público por meio do pacote anti-servidor do governo Temer, para desestruturar carreiras, demitir servidores e instituir a terceirização irrestrita também são alvo de preocupação da Categoria.

 

Para o Ministério da Educação, a carreira dos trabalhadores técnico-administrativos em educação do modo que está não interessa ao governo. O plano seria acabar com a identidade dos trabalhadores na universidade.

 

Para os coordenadores, a democracia, a soberania do país e os direitos da classe trabalhadora estão em risco. O ensaio de sucateamento e desmonte da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) pode ser estendido a todas as instituições federais de ensino superior, na ânsia de instituir um projeto privatista.

 

Indicativo de greve

O coordenador geral Rogério Marzola afirmou a necessidade de reverter a situação e propôs um calendário de lutas. Apontou o diálogo permanente da Federação com o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (FONASEFE) e a perspectiva de organizar uma caravana contra os ataques ao funcionalismo público e a reforma da previdência.

 

 

Como segundo ponto propôs a construção de uma agenda comum com os setores da educação, definida na reunião do dia 20 de setembro na FASUBRA, para  deflagrar uma posição unitária no dia 05 de outubro.

 

Como encaminhamento apontou a discussão nas bases do indicativo de greve ainda no mês de outubro e a realização da próxima plenária no Rio de Janeiro, para dar sequência ao ato realizado em Pernambuco. Sugeriu remanejar o Confasubra para ter como calendário de base a luta contra o governo federal.

 

Protagonismo histórico

Leia Oliveira, coordenadora geral considerou que a Federação deve retomar seu protagonismo histórico, “mostrar à sociedade que estão em disputa dois projetos o modelo de concepção de Estado que nós defendemos e o modelo privatista na faceta mais perversa do neoliberalismo”, disse.

 

 

Para a coordenadora, os ataques vão além da PEC da Morte (EC 95/16) que congela em 20 anos as políticas públicas e a reforma trabalhista, que acaba com o concurso público e terceiriza todos os cargos nas universidades.

 

A votação da reforma da previdência prevista para outubro, segundo Leia, pode desencadear uma reforma da educação, desde o ensino fundamental, médio e superior, instituindo outro modelo de educação a serviço do mercado. “É isso que está em jogo e o Confasubra neste momento é o maior instrumento de mobilização da classe. A greve não atrapalha o Confasubra”. Greve já!

 

Recompor a unidade

Gibran Jordão, coordenador geral iniciou com uma frase de Lenin, ícone da Revolução Russa que em 2017 completa 100 anos, que fala sobre sonhos e realizações. De acordo com Jordão, há uma grande unidade da burguesia para destruir direitos sociais democráticos no Brasil. “A ofensiva de Temer vai destruir tudo o que conseguimos durante 30 anos”, disse.

 

 

Segundo o coordenador, é preciso construir uma grande greve e recompor a unidade que havia no primeiro semestre, resultando na greve geral de 28 de abril. “A primeira aposta do governo era aprovar a reforma da previdência, mas não conseguiu devido a unidade das centrais sindicais e movimentos sociais”.

 

Para Gibran, o ato em Recife-PE foi muito importante, “mas não é o suficiente, precisamos de milhões nas ruas. É justo e legítimo dar um tempo na disputa interna e adiar o Confasubra, focando as energias para a greve geral”, defendeu.

 

Ano de resistência

Segundo a coordenadora Fátima Reis, os trabalhadores vivem um dos piores momentos da história se comparado ao período da era do presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC), de estado mínimo. “Atualmente, a maioria das forças políticas no Congresso Nacional são contra o serviço público”, disse.

 

 

Para a coordenadora, todas as forças têm acordo na leitura da conjuntura, precisando alinhar a forma de luta. Também afirmou que 2017 é o ano de resistência, mesmo diante das diferenças que não devem ser sobrepostas acima da luta. “Os trabalhadores têm que compreender essa realidade e vir para a luta com todos”, disse Fatinha.  

 

A coordenadora conclamou a realizar um congresso político. “Após um amplo debate o coletivo entende que é necessário jogar peso na reunião com as entidades da educação no dia 20 de setembro, buscar o apoio das centrais sindicais, tirar atividades conjuntas e ir para as ruas”. Segundo Fatinha, as plenárias itinerantes são fundamentais.

 

Reação em cadeia

Para o coordenador Rolando Malvásio, a carreira dos trabalhadores técnico-administrativos está sendo destruída. O PLS 116/17 que propõe a demissão no serviço público ameaça os trabalhadores técnico-administrativos. “Já estão demitindo militantes, imagina quando esse projeto for aprovado, alguns aqui já estarão no olho da rua”.

 

 


 

Questionou os delegados sobre a disposição de luta da categoria, afirmando as aprovações de projetos pelo governo que prejudicam a classe trabalhadora. “Passou tudo o que o governo quis, qual foi a reação do movimento sindical? Nada, nenhuma”! De acordo com Malvásio, o momento é de reação, colocando de lado todas as diferenças.

 

“Se é pra perder de pé, vamos perder lutando”, disse o coordenador que se posicionou contrário à realização do Confasubra em novembro e favorável à Greve. “O que não dá é não fazermos nada”!

 

Decisão de muitos

O coordenador Rafael Pereira iniciou a fala afirmando que não há contradição em fazer a luta e realizar o congresso da Federação. “Não existe nenhuma razoabilidade em acreditar que vamos abrir mão de centenas rodadas de assembleias na base, para discutir como devemos organizar a luta daqui para frente, isso é colocar na mão de poucos a decisão que deve ser de muitos”, disse.

 

 

Para o coordenador, a Federação não deve abrir mão de realizar o debate com a base. Cabe aos delegados enviar às bases a discussão,as análises e orientar. “A decisão é da base, a decisão política mais correta é fazer o Confasubra”. Segundo Pereira, o congresso é uma disputa política e as lutas sempre existirão. “Os coletivos políticos que estão aqui nunca deixaram de lutar”, disse.

O coordenador não concordou em retirar a eleição da nova direção da FASUBRA do congresso e afirmou que as instâncias da Federação devem ser respeitadas.

 

Organizar a luta

A coordenadora Zila Camarões falou sobre as notícias diárias de corrupção e afirmou que o governo Temer deve ser expulso. Fez uma análise positiva da manifestação no dia 14 de setembro, sugeriu indicar a greve para o início de outubro e realizar uma manifestação junto aos metalúrgicos. “Não dá mais pra aceitar esse governo do jeito que está, privatizando tudo”, disse.

 

 

Sugeriu a criação de um grupo de trabalho para defender os hospitais universitários, afirmou que a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) não está cumprindo com seu contrato e não está reestruturando os hospitais. “Não vamos abaixar a cabeça, vamos lutar pelos nossos hospitais”, disse.

 

Para Zila, a luta tem que ser agora e o congresso é o lugar de organizar a luta, “é a nossa vida que está em jogo”, disse. A coordenadora se manifestou favorável a realização do Confasubra em novembro para organizar a luta.

 

Construir a unidade

A luta independe da realização do congresso, de acordo com a coordenadora Neide Dantas. “O congresso pode e deve ser realizado, porque é o momento em que nós vamos nos fortalecer com um número maior de militantes que estarão fazendo essa disputa interna, inclusive, das nossas posições, mas entendendo que nós vamos caminhar no sentido de construir a unidade, resistência e luta, disse”.

 

 

Reafirmou que a organização dos trabalhos nos sindicatos são organizados no momento em que a disputa para ser delegado no Confasubra ocorre nas bases.  Segundo a coordenadora, a carreira dos trabalhadores técnico-administrativos podem ser modificadas por lei ou medida provisória. “Pode ser mês que vem que nós vamos perder anos de esforços de fazer graduação, mestrado, doutorado”, disse.

 

Segundo Neide, a reforma de previdência pode ser votada começando a valer em novembro, “nós estamos esperando sermos atropelados por essa conjuntura”?

 

Urgência para mobilizar

A coordenadora Adriana Stella lamentou discutir novamente a realização do congresso. “A nossa prioridade deveria ser hoje estar aqui armando a categoria pra resistir, pra construir a mobilização esse é o foco central”.

 

 

Para Adriana, o momento que fortalece o trabalho de base é quando as representações das entidades visitam os diversos locais de trabalho e disputam a consciência da categoria. “A urgência é mobilizar a classe trabalhadora e apontar nossas diferenças, queremos dizer quais são os caminhos que temos que seguir, e quem vai apontar o caminho é o conjunto da categoria”, disse.

 

Segundo a coordenadora, o congresso serve para armar a categoria, disputar a sociedade e os rumos do país e do mundo. “Para conquistar a classe trabalhadora no projeto de uma outra sociedade, precisamos organizar os debaixo para derrubar os de cima. E esse projeto só se faz indo nas bases conversando com os trabalhadores e trabalhadoras”.

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

Categoria deliberou pelo enfrentamento e indicativo de greve para outubro, contra o desmonte da carreira e em defesa da Educação

 

A próxima plenária da Federação será de 20 a 22 de outubro na cidade do Rio de Janeiro.

 

Nesta manhã, 17, a Plenária Nacional realizada em Recife-PE aprovou o indicativo de greve para outubro, o plano de lutas e o calendário da Federação. Os delegados também aprovaram a suspensão das assembleias para eleição de delegados do XXIII Congresso da FASUBRA (CONFASUBRA).

 

Plano de Lutas

Para retomar a unidade, a FASUBRA vai procurar todas as centrais sindicais para propor  construção de um calendário unificado de lutas, que mobilize a classe trabalhadora brasileira rumo a uma nova Greve Geral.

 

A luta pela revogação da Reforma Trabalhista também será incorporada. A Federação orienta que as entidades de base assinem a lista de apoio ao projeto de Lei de iniciativa popular que revoga a Lei nº 13.467, de 13 de julho de 2017, e a Lei nº 13.429, de 31 de março de 2017,e dá outras providências.

 

Será encaminhado ao Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) uma proposta de construção de uma forte greve do funcionalismo contra a reforma da previdência e o pacote de maldades de Temer. Também será investido fortemente na organização do Fórum das Entidades da Educação.

 

A FASUBRA orienta as entidades filiadas a organizar comitês unificados nas Universidades e demais  instituições de ensino superior.

 

O debate nas assembleias de base, no caso de impossibilidade da construção da greve do funcionalismo e  não descarta uma greve da educação federal, ou até mesmo uma greve da Federação em defesa da carreira, deve ser realizado e encaminhado à Federação.

 

Caso seja editada a Medida Provisória que ataca a Carreira, a Plenária autorizou a Direção Nacional da FASUBRA a antecipar o indicativo de greve.

 

A mobilização da Categoria deve ser intensificada com ações unificadas da comunidade universitária, como assembleias universitárias, audiências públicas nas Assembleias Legislativas e atividades nas Praças.

 

A construção da greve também deve ser intensificada, indicando um calendário de lutas unificado para o mês de setembro e primeira quinzena de outubro às  entidades da educação e ao funcionalismo.

 

Também será importante a realização de paralisações e manifestações de rua, denunciando a crise das universidades, dos serviços públicos bem como a reforma da previdência e o ataque à carreira.

 

A FASUBRA se dispõem a construir com as demais entidades, datas que contribuam com a unificação com o Fonasefe e  Fórum da Educação.

 

Jornada de Lutas

Setembro

28 e 29 de setembro – Dia Nacional de Luta - realização de Assembleias Universitárias e atividades extra  muros da Universidade.

Outubro

03 de outubro - Dia Nacional de Lutas nas Universidades

09 e 10 de outubro - Dias Nacional de Luta – com atos fora da Universidade  e atividades na praças, dialogando com a população.s

23 de outubro - Data provável para  Greve Nacional, flexível, em caso de acordos de greve unitária com outras categorias, em que precisamos ajustar a data da deflagração.

A Federação orienta rodada de assembleias na primeira quinzena de outubro, para discussão das propostas em todas as entidades de base, enviando retorno para a FASUBRA.

20, 21 e 22 de outubro - Plenária Nacional da FASUBRA com ato na cidade do Rio de Janeiro  

 

Eixos

Os principais eixos da greve serão a luta contra a reforma da previdência, revogação da reforma trabalhista, o pacote de reestruturação das carreiras e a defesa das Universidades e Institutos Federais.

Ações

  • Construir uma audiência pública com o Fórum Parlamentar em Defesa do Serviço Público no Congresso Nacional e nas Assembleias Legislativas nos estados e incorporar as agendas das Centrais Sindicais.

  • A FASUBRA e as entidades filiadas precisam fazer ampla divulgação nas ruas, para disputar a opinião pública sobre a crise das universidades, o pacote de Temer contra o funcionalismo e as consequências da reforma da previdência.

  • Intensificar ações nas redes sociais de denúncia dos ataques do governo Temer.

  • Articular ações com as categorias de trabalhadores que estão em campanha salarial como os Metalúrgicos que estão articulados nacionalmente.Construir e fortalecer os Fóruns Estaduais do funcionalismo público federal.

  • Como resolução do último seminário de Hospitais Universitários (HU), convocar o Grupo de Trabalho dos HUs para discutir problemas e apontar ações.

  • Propor as centrais sindicais e movimentos sociais um grande encontro para construção de um calendário unificado que prepare uma nova greve geral no país.

CONFASUBRA

A proposta aprovada por ampla maioria, prevê a suspensão das assembleias para eleição de delegados para o Congresso da FASUBRA. A avaliação da necessidade de adiamento ou não do XXIII CONFASUBRA será na próxima Plenária Nacional, prevista para outubro, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).

 


 

A resolução sobre o regimento do CONFASUBRA foi aprovado pela Plenária Nacional, apresentado pela comissão organizadora, cumprindo os prazos estatutários. Na próxima plenária serão discutidos e deliberados todos os destaques e pontos que as entidades de base e a direção da FASUBRA tiverem interesse em discutir.

 

Comissão de Mulheres

 


 

A Comissão de Mulheres da FASUBRA Sindical apresentou o Relatório do Trabalho sobre  a denúncia de machismo e assédio moral na base do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos da Universidade Federal de São Carlos (Sintufscar), da cidade de São Carlos - SP. O documento foi aprovado por aclamação, o relatório completo e as deliberações serão divulgadas em breve.

 

Prestação de contas

Ao final, a prestação de contas foi apresentada ao plenário pelos coordenadores de administração e finanças Rolando Malvásio e Paulo Cesar Vaz e os representantes do conselho fiscal Leonir Tunala Resende (SINTUR-RJ), Mozart Roberio de Sá Siqueira (SINTUFEPE- UFRPE), Mauro Mendes (SINTFUB), Ademar Sena de Carvalho (SINTEMA), Rosangela Márcia Frizzero (SINTUFEJUF).

 

 

O parecer do conselho fiscal na prestação de contas da Federação no exercício referente a 2016 foi favorável a aprovação. Foram abertas as inscrições para que a plenária tirasse suas dúvidas. O parecer do conselho fiscal, favorável à prestação de contas do período de 2016 da Federação,  foi aprovado.

 

Foram aprovadas moções que em breve serão disponibilizadas.      

 

 

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

Abertura da Plenária Nacional em Recife-PE

 

Cerca de 170 delegados das entidades de base filiadas à Federação participam do evento.

 

Começou nesta tarde, 15, a Plenária Nacional da FASUBRA Sindical no Hotel Dan Inn em Recife-PE. Cerca de 170 delegados das entidades de base filiadas à Federação participam do evento.

 

A mesa de abertura constituída pelos coordenadores gerais, Gibran Jordão, Leia Oliveira e Rogério Marzola, apresentou os informes da reunião da FASUBRA com a  Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). Serão distribuídos aos delegados a nota da Andifes publicada para a sociedade.

 


 

Os coordenadores reforçaram o apoio e solidariedade dos sindicatos aos técnico-administrativos em educação, Marcelo Silva, Bruno Luiz Santiago Cruz e Rafael de Souza e Mello, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), exonerados do serviço público, sem direito de contestar a decisão.

 

Após os informes, a plenária foi suspensa e os coletivos foram liberados para realizarem uma análise do Ato Nacional de quinta-feira (14/09).

 

No sábado a será realizada a análise de conjuntura, discussão do Plano de Lutas e prestação de contas da Federação. Também será aprovado o Regimento Interno do Congresso da FASUBRA (CONFASUBRA) que acontece de 26 de novembro a 1º de dezembro. A Plenária Nacional da FASUBRA termina no domingo.

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical