Fasubra Sindical

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Nota de Falecimento

 

Companheiro Marcus Vinícius, Presente!

 

A FASUBRA Sindical informa com imenso pesar o falecimento do servidor Marcus Vinícius Assunção da Costa, motorista oficial da Universidade Federal do Pará (UFPA).

 

Recentemente o trabalhador técnico-administrativo cumpriu junto a outros companheiros a tarefa fundamental de visitar os campi da UFPA, para construir a GREVE GERAL de 28 de abril pela base. “Um grande e vitorioso esforço, passou por Bragança, Tucuruí e Altamira”, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Federais de Ensino Superior no Estado do Pará (Sindtifes-PA).

 

Nesta última cidade, após sofrer um Acidente Vascular Encefálico (AVE), foi transferido para Belém. Marcus havia apresentando sinais de melhora do quadro de saúde, mas infelizmente, na madrugada deste dia 08 de maio, faleceu.

 

Dedicação ao movimento

“A GREVE GERAL foi um sucesso, também graças à sua dedicação ao movimento.Sua disposição de luta ficará marcada para sempre em nossas memórias. Estamos muito tristes com a perda deste companheiro de valor inestimável, mas sua garra seguirá nos inspirando para seguirmos na luta”, lamenta os companheiros do Sindtifes-PA.

 

Solidariedade

Toda nossa solidariedade aos familiares! À sua esposa, Maria Regina e suas filhas, Patrícia Maria Costa Dias, Priscila Moraes Costa e Paula Moraes Costa, que também é servidora da UFPA.

 

Linha de frente

Marcus Vinícius, um grande guerreiro, sempre atuante nas greves nacionais, participou de Plenárias e Congressos da Fasubra, bem como do Sindtifes-PA. Fazia parte da Coordenação Nacional dos Motoristas Oficiais da Fasubra, era linha de frente na luta pelo reenquadramento e tantas outras pautas e bandeiras dos trabalhadores.

 

Memória

O técnico-administrativo em educação ingressou na carreira em 08 de junho de 1995, foram mais de 21 anos de dedicação à instituição. Atualmente estava lotado no campus de Ananindeua. O companheiro se foi jovem, aos 58 anos de idade, no auge de sua disposição de luta em defesa dos direitos dos trabalhadores, em especial, de nossa Categoria dos Técnicos Administrativos em Educação.

 

Companheiro Marcus Vinícius, PRESENTE! 06/11/1958 – 08/05/2017

 

#Luto!

 

A UFPA disponibilizou um ônibus oficial para dar suporte aos ritos funerários. O velório ocorre na Capela dos Capuchinos, na Av. Conselheiro Furtado, bairro de Canudos. O sepultamento será no cemitério São Jorge, na Marambaia.

 

Texto: Sindtifes- PA

Edição: Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

OCUPAR BRASÍLIA E DERROTAR AS REFORMAS!

Para nós trabalhadores, em especial do serviço público, não existe outra saída. Temos que enfrentar este governo nas ruas para derrotar as contra-reformas.  

Mesmo com a avaliação despencando a cada mês, o governo de Michel Temer continua tentando implementar sua política de ataques aos direitos da classe trabalhadora. A desaprovação de Temer em janeiro, era de 59%, e em abril atingiu 87%, considerado ruim ou péssimo. Apenas 4% julgam o governo atual positivo.

Neste cenário Temer  acelera o processo de reformas. Além da baixa popularidade, contra ele também pesa o descrédito nas instituições. O executivo e  legislativo estão envolvidos em escândalos, que pipocam todos os dias em denúncias ao judiciário.

As insurgências população que ocorria de forma localizada em alguns estados em anos anteriores, tomaram as ruas nos últimos meses em todo país. Principalmente as greves em setores do serviço público, professores de São Paulo, Rio de Janeiro e do Paraná dentre outros estados; e as demais categorias e movimentos populares.

Jornada de lutas

A jornada no mês de março iniciada pela luta das mulheres, e posteriormente com as lutas dos dias 15 e 31, deram a tônica das mobilizações e impulsionaram a vitoriosa Greve Geral no mês de abril. A nossa categoria não se furtou a participar desse calendário, seguiu a orientação da última Plenária, constituindo comitês com os demais setores. Trabalhadores técnico-administrativos em educação de todo país foram às ruas e construíram mobilizações nas universidades e nos estados.

Também vale a pena ressaltar o 1ª de maio de luta. Realizado pelas centrais sindicais em todo país, os atos mostraram a dimensão da nossa capacidade de resistir aos ataques e construir uma contra ofensiva da classe trabalhadora! Mesmo com a mobilização das centrais, Temer continua com sua política econômica baseada em desmontar o estado com o fim das políticas sociais, precarização do trabalho através de políticas de contingenciamento de gastos (EC 95/16 - antes PEC do congelamento), terceirização e demais reformas.

Paralelo a isso, o governo ilegítimo aplica um regime fiscal que diminui os gastos com investimentos públicos, bem como  a privatização desenfreada dos bancos e em especial da Petrobras.

A toque de caixa acelera a votação da Reforma Trabalhista (PLC 38/17) no Senado Federal e da Previdência (PEC 287/16) na Câmara dos Deputados, aprovada na comissão especial por 23 votos a favor e 14 votos contrários.

#Ocupa Brasília

A resposta das centrais sindicais ao governo foi anunciada na reunião desta quinta-feira (04 de maio). O calendário de mobilização para o mês de maio aponta a necessidade de realizar várias atividades. Em primeiro momento  focar em ações, como pressionar  parlamentares,  além de  ocupar Brasília. A FASUBRA, já havia orientado a base para pressionar os deputados nos estados, e nos aeroportos, além de reforçar o plantão para tensionar os deputados dentro do parlamento.

Para nós trabalhadores, em especial do serviço público, não existe outra saída. Temos que enfrentar este governo nas ruas para derrotar as contra-reformas.  

Nenhum direito a menos!

 

Confira abaixo a nota das centrais sindicais

São Paulo, 04 de maio de 2017

NOTA DAS CENTRAIS SINDICAIS

CONTINUAR E AMPLIAR A MOBILIZAÇÃO CONTRA A RETIRADA DE DIREITOS!

 As Centrais Sindicais, reunidas na tarde desta quinta feira, avaliaram a Greve Geral do dia 28 de abril como a maior mobilização da classe trabalhadora brasileira. Os trabalhadores demonstraram sua disposição em combater o desmonte da Previdência social, dos Direitos trabalhistas e das Organizações sindicais de trabalhadores.  

A forte paralisação teve adesão nas fábricas, escolas, órgãos públicos, bancos, transportes urbanos, portos e outros setores da economia e teve o apoio de entidades da sociedade civil como a CNBB, a OAB, o Ministério Público do Trabalho, associações de magistrados e advogados trabalhistas, além do enorme apoio e simpatia da população, desde as grandes capitais até pequenas cidades do interior.

As Centrais Sindicais também reafirmaram sua disposição de luta em defesa dos direitos e definiram um calendário para continuidade e ampliação das mobilizações.

 

CALENDÁRIO DE LUTA

08 a 12 de maio de 2017

▪ Comitiva permanente de dirigentes sindicais no Congresso Nacional para pressionar os deputados e senadores e também atividades em suas bases eleitorais para que votem contra a retirada de direitos;

▪ Atividades na base sindicais e nas ruas para continuar e aprofundar o debate com os trabalhadores e a população, sobre os efeitos negativos para a toda sociedade e para o desenvolvimento econômico e social brasileiro.

 

Do dia 15 ao dia 19 de maio:

▪ Ocupa Brasília: conclamamos toda a sociedade brasileira, as diversas categorias de trabalhadores do campo e da cidade, os movimentos sociais e de cultura, a ocuparem Brasília para reiterar que a população brasileira é frontalmente contra a aprovação da Reforma da previdência, da Reforma Trabalhista e de toda e qualquer retirada de direitos;

▪ Marcha para Brasília: em conjunto com as organizações sindicais e sociais de todo o país, realizar uma grande manifestação em Brasília contra a retirada de direitos.

 

Se isso ainda não bastar, as Centrais Sindicais assumem o compromisso de organizar um movimento ainda mais forte do que foi o 28 de abril.

Por fim, as Centrais Sindicais aqui reunidas convocam todos os Sindicatos de trabalhadores do Brasil para mobilizarem suas categorias para esse calendário de lutas.

 

CGTB – Central Geral dos Trabalhadores do Brasil

CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros

CSP Conlutas – Central Sindical e Popular

CTB – Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil

CUT – Central Única dos Trabalhadores

Força Sindical

Intersindical – Central da Classe Trabalhadora

NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores

UGT – União Geral dos Trabalhadores

 

Direção Nacional da FASUBRA Sindical

 

Confira a programação do Encontro Nacional da Mulher Trabalhadora

 

A coordenação da Mulher Trabalhadora, tem como objetivo principal do encontro organizar a luta das mulheres contra as Reformas da Previdência e Trabalhista.

 

 

Nos dias 20 e 21 de maio a FASUBRA Sindical promove o Encontro Nacional da Mulher Trabalhadora em Brasília-DF.  De acordo com a coordenação da Mulher Trabalhadora, o objetivo principal do encontro é organizar a luta das mulheres contra as Reformas da Previdência e Trabalhista. O evento acontece no Auditório 2 da Faculdade de Ciências da Saúde na Universidade de Brasília (UnB).

 

As mulheres com filhos de zero a onze anos também podem participar do encontro, garantido o financiamento pelas entidades de base, conforme a Resolução aprovada no XXI CONFASUBRA.

 

15) Garantir a participação das mulheres que têm filhos de zero a onze anos, com creches nas atividades de militância garantindo o financiamento pelas entidades de base acrescido o caso de homens pais que detenham a guarda dos filhos. Os filhos portadores de necessidades especiais não tem limitação de idade. No caso da atividade ser nos fóruns da Fasubra e a entidade de base não arcar com os custos das crianças, a Fasubra arcará no momento e o valor será lançado como dívida para entidade de base. No caso as mães que cuidarem sozinhas de seus filho,  é garantindo a participação dos filhos enquanto forem menores de idade tendo comprovado o problema na entidade de base;

 

A FASUBRA convoca as mulheres técnico-administrativas de todo país a participar e somar na luta contra a retirada de direitos.

 

Confira a programação do evento.

 

Dia 20/05

 

09h - Recepção e credenciamento

 

09h30 - A Reforma Trabalhista e os impactos no cotidiano das Mulheres Trabalhadoras

 

12 h - Almoço

 

14h - As consequências da Reforma da Previdência  para a Mulher Trabalhadora

 

16h ás 18hs - Roda de Conversa

 

- A participação das mulheres em suas bases, suas lutas nos sindicatos, nas universidades e no Controle Social.

 

Dia 21/05

 

09h – Trabalho de Grupo - construir estratégias para organização das lutas, nas universidades e na comunidade contra toda proposta que objetive a retirada de direitos.

 

12h - Almoço

 

14h - Plenária Final

 

- Encaminhamentos

- Moções

- Carta do II Encontro Nacional das Mulheres Trabalhadoras da FASUBRA Sindical

- Homenagem às Mulheres Trabalhadoras que compuseram a Direção Nacional até o presente momento construindo a sua história de Luta e conquistas.

 

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

 

 

 

 

 

Estudo da FGV aponta que Greve Geral foi o assunto mais comentado na internet

 

Para a FASUBRA, o estudo contraria a posição da mídia nacional, que em sua grande maioria deu uma conotação negativa, com foco na dinâmica da vida cotidiana das pessoas no país.

 

A Greve Geral de 28 de abril bateu todos os recordes nas redes sociais, mais importante que as manifestações pró-impeachment, segundo estudo publicado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A maioria das posições foram positivas em relação à greve, no gráfico abaixo, a mancha rosa é favorável à greve geral, e a azul é contrária.

 


 

As manifestações desde o período de março foi consolidada com a Greve Geral de 28 de abril. O estudo da FGV mostra a importância da luta da classe trabalhadora e o que significou a greve geral no Brasil na luta contra as reformas. Tendo destaque, nos principais jornais do mundo.

 

Para a FASUBRA, o estudo contraria a posição da mídia nacional, que em sua grande maioria deu uma conotação negativa, com foco na dinâmica da vida cotidiana das pessoas no país, ignorando a verdadeira disputa que está em curso.

 

 

 

Confira o estudo aqui.

MEC dissolve FNE excluindo entidades nacionais de trabalhadores, dentre as quais a FASUBRA

 

Segundo a Federação, a medida evidencia dois objetivos centrais, excluir as representações sindicais dos trabalhadores do fórum e ampliar a participação do empresariado.

 

A FASUBRA e demais entidades representativas dos trabalhadores que compõem o Fórum Nacional da Educação (FNE) foram surpreendidos com a publicação da Portaria nº 577, de 27 de abril deste ano pelo do governo federal, que restringe a participação das atuais representações e exclui entidades históricas do campo.

 

Editada de forma unilateral pelo ministro da Educação, Mendonça Filho, o documento revoga as portarias anteriores, que dispõem sobre o FNE, em consenso com o Decreto revogatório da Conferência Nacional de Educação (Conae/2018), que altera deliberações democráticas do Pleno do fórum.

 

 

De acordo com o manifesto em repúdio à postura do governo, as entidades exigem a imediata revogação da Portaria nº 577/17 e do Decreto de 26 de abril, e consideram a medida como uma rescisão do coletivo do fórum.

 

Sem diálogo

As medidas não contemplaram as normatizações antes em vigor e a cultura de relacionamento respeitoso com as entidades nacionais representativas do setor educacional. Sem diálogo, o governo excluiu a participação das seguintes representações:

 

Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Educação (ANPED), Centro de Estudos Educação e Sociedade (CEDES), Fórum de Diretores de Faculdades e Centro de Educação das Universidades Públicas Brasileiras (Forumdir), Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC), Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee), Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Federação de Sindicatos de Trabalhadores de Universidades Brasileiras (FASUBRA) e Fórum de Professores das Instituições Federais de Ensino ((PROIFES).

 

Ação arbitrária

Para a FASUBRA, esta ação arbitrária e antidemocrática não é uma exceção; se comparada com as demais políticas (educação e saúde) do governo ilegítimo de Michel Temer, “não é um ponto fora da curva”.

 

Segundo a Federação, a medida evidencia dois objetivos centrais: excluir as representações sindicais dos trabalhadores do fórum e ampliar a participação dos setores do empresariado. “Isso demonstra que o projeto político do governo para a educação é atender as demandas políticas, econômicas e ideológicas do mercado”.

 

Manifestação

A ação do governo é  restritiva e maléfica para o processo de democratização da educação; assim, cabe à FASUBRA resistir a mais esse ataque do governo. Ainda, é essencial que que todos os setores que representam trabalhadores se manifestem contra essa decisão arbitrária e inadmissível do governo Temer.

 

Confira a nota de repúdio da Diretoria Executiva da FASUBRA Sindical à intervenção do MEC no Fórum Nacional de Educação aqui.

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical