Fasubra Sindical

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Conselho Fiscal avalia contas de julho a dezembro de 2016

 

 

Os conselheiros apoiam a Direção Nacional, emitindo sugestões de como encaminhar a administração dos recursos.  

 

Reunidos de 24 a 28 de julho na sede da FASUBRA Sindical em Brasília-DF, o Conselho Fiscal confere as contas do período de julho a dezembro de 2016. Os membros do conselho durante toda a semana realizam a fiscalização das ações praticadas pela Federação a partir do princípio de legalidade e regularidade dos atos da gestão, principalmente financeira e contábil.

 

A conferência dos valores e consulta da autenticidade das notas estão alinhados ao relatório contábil.  Após, o conselho produz um relatório a partir do registro das informações, entregue à Coordenação de Administração e Finanças.

 

O Conselho Fiscal tem como objetivo apoiar a Direção Nacional, emitindo sugestões de como encaminhar a administração dos recursos. A atuação dos conselheiros garante a transferência de informações e transparência na execução orçamentária e financeira da instituição.

 

Você sabia?

·        O Conselho Fiscal tem cinco membros titulares e cinco suplentes.

·        O mandato dos conselheiros acompanha a vigência do mandato da Direção Nacional, com direito a uma reeleição.

·         As regras para eleição do conselho são iguais às regras aplicadas à Direção Nacional.

·        Quem é conselheiro não pode acumular o cargo de diretor da Federação.

·       O Conselho Fiscal tem o próprio Regimento Interno aprovado em Plenária Nacional Geral da FASUBRA Sindical.  

 

Membros do Conselho Fiscal

Leonir Tunala Resende – Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – SINTUR-RJ

 

Mozart Roberio de Sá Siqueira – Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais de Pernambuco – Seção Sindical UFRPE

 

Mauro Mendes – Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília – SINTFUB

 

Ademar Sena de Carvalho – Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Terceiro Grau no Estado do Maranhão (SINTEMA)

 

Rosangela Márcia Frizzero – Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino no Município de Juiz de Fora - MG (SINTUFEJUF)

 

Com informações: Estatuto da FASUBRA Sindical

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

Direção Nacional manifesta apoio e solidariedade aos trabalhadores exonerados da UNIRIO

 

 

“Exigimos a anulação da exoneração dessas lideranças sindicais. Lutar não é crime!”

 

A Direção da FASUBRA Sindical manifesta total apoio e solidariedade aos técnico-administrativos em educação, Marcelo Silva, Bruno Luiz Santiago Cruz e Rafael de Souza e Mello, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), exonerados do serviço público, sem direito de contestar a decisão.

 

Sem aviso prévio

Os trabalhadores que também são ex-diretores da Associação dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (ASUNIRIO) receberam a notícia no dia 04 de julho, pelo Diário Oficial da União (DOU), sem notificação da administração da universidade.

 

Marcelo, Bruno e Rafael organizaram a Greve de 2015, protagonizaram a luta contra a privatização do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle (HUGG), contra o assédio moral e perseguições na universidade. De acordo com a Federação, o caso ocorreu por clara perseguição política contra a atuação sindical dos trabalhadores, principalmente em defesa dos Hospitais Universitários 100% públicos.

 

Para a FASUBRA, a administração superior da UNIRIO é responsável pela concretização da medida, considerada arbitrária. A Federação colocou a Assessoria Jurídica Nacional à disposição dos trabalhadores.

 

Anulação da exoneração

Durante a Plenária Nacional da FASUBRA, realizada nos dias 08 e 09 de julho, a Direção Nacional convocou todos os trabalhadores e entidades de base a prestar solidariedade e unir forças na luta contra a medida. “Exigimos a anulação da exoneração dessas lideranças sindicais. Lutar não é crime!”

 

Consequências

Bruno e Rafael sofrem de estresse traumático devido às relações de assédio no ambiente de trabalho. A exoneração ocorreu enquanto estavam de licença médica referendada pela equipe de perícia da universidade, pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPUB/UFRJ) e pela Clínica da Família Rodolpho Rocco.

 

Bruno Cruz

O trabalhador recebeu a notícia em um momento conturbado. Com o filho de sete anos internado devido a uma reação alérgica a bromoprida, sem dinheiro para comprar remédio. “Após trabalhar dois meses diariamente na Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proexc) sem receber, passei a ter sensação de infarto e falta de ar. Hoje, sou mais um dos portadores do transtorno de pânico, desabafou Bruno”.

Atualmente, o técnico-administrativo vive duas lutas após três anos de trabalho. Ser curado das crises de taquicardia e falta de ar e minimizar os impactos da crise na vida dos dois filhos. “O mais velho tem oito anos e me suplicou para não voltar a trabalhar em nenhuma universidade. Ele quer que eu trabalhe em alguma loja. Terei um longo caminho para desfazer esse trauma nele. Preciso convencê-lo de que a universidade é o lugar do conhecimento, do ensino, pesquisa e extensão, e que os abusos humanos da UNIRIO são exceção e não regra.”

Rafael Melo

Após quatro anos como servidor público, Rafael falou sobre o orgulho que sentiu ao trabalhar em uma universidade federal. Segundo ele, um espaço da construção do conhecimento e da cultura, através da ciência, da pluralidade das ideias, do respeito aos direitos humanos. “Agora sou expulso do serviço público por pessoas que não sabem o que é uma universidade. Ou pior, transformam a universidade em feudos de poder e em mera "matriculadora" de gente e fornecedora de diplomas”.

Restou apenas o sentimento de injustiça, “fui expulso por lutar por uma universidade em que acredito, sem direito de me defender, sob licença médica e sem ser notificado. E isso tudo vai para muito além do que um ataque pessoal, pois eles já destroçaram minha vida. Isso é um ataque a todos que militam por um modelo de educação libertador, laico, democrático, humano, acessível, gratuito e de qualidade para todos e todas. Esse foi um ataque às nossas famílias, aos trabalhadores das universidade e à população de um modo geral. Espero que a justiça seja feita, que eu possa voltar a viver e que a universidade resista!”

Marcelo Silva

Com cinco anos de trabalho, o técnico-administrativo em educação afirma  que ficou confuso com a notícia. Baseada em avaliações negativas de apenas um gestor, a decisão administrativa foi executada. De acordo com Marcelo, as avaliações das chefias anteriores e posterior à do gestor, foram muito boas.

Sobre a acusação de faltas, Marcelo disse que a UNIRIO afirma categoricamente a omissão de dados reais do gestor sobre as folhas de ponto. “Mesmo assim fui arrancado do meu cargo como se não fosse apto a exercê-lo. E esse é só um dos vários absurdos. Fui comparado a uma doméstica em pleno setor de trabalho. Uma pessoa falou que eu deveria cumprir as ordens da chefia, assim como um empregado doméstico, e eu sou negro”.

Segundo o técnico-administrativo em educação, a administração da universidade tinha ciência sobre o conflito com o gestor, muito antes da abertura dos processos.

 

Solidariedade

A FASUBRA convoca todos trabalhadores e trabalhadoras da instituições de ensino públicas  a prestar solidariedade e lutar contra esse absurdo!

 

Contribuições financeiras para apoiar o sustento dos companheiros demitidos, bem como de suas famílias, podem ser feitas na conta da FASUBRA, na Caixa Econômica Federal, agência 0004, operação 013, conta poupança 18709-0, e informadas pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

 

Por um serviço público democrático, gratuito, acessível, sem assédio e de qualidade para todos e todas!

 

Contribuições

Caixa Econômica Federal

Agência - 0004

Operação 013

Conta Poupança - 18709-0

CNPJ: 08.485.179/0001-26

 

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

Fonasefe exige início imediato de negociação da Campanha Salarial 2017

 

A desculpa do governo de crise econômica e aprovação do limite de gastos (EC 95/16) para não atender as reivindicações, não convence mais os trabalhadores. Principalmente diante do pedido de acréscimo de 16,7% da Procuradoria-Geral da República (PGR).

 

O Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), o qual a FASUBRA Sindical participa, protocolou ofício reivindicando a negociação da Campanha Salarial 2017, na tarde de quarta-feira, 26, no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). Representou a Federação o coordenador André Gonçalves.

 

Barrados

Impedidos de entrar no prédio, os representantes foram recebidos na porta do ministério, onde o ofício foi protocolado. O documento destaca as tentativas de negociação dos trabalhadores do serviço público federal com o governo.

 

 

Descaso

O descaso com a Categoria e a conduta de omissão do governo foram pontuadas, configurando a violação da Convenção nº 151 e a Recomendação nº 159 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), as quais o Brasil é signatário.

 

Desculpa

A desculpa do governo de crise econômica e aprovação do limite de gastos (EC 95/16) para não atender as reivindicações, não convence mais os trabalhadores. Principalmente diante do pedido de acréscimo de 16,7% da Procuradoria-Geral da República (PGR).

 

Constituído por 22 entidades do Executivo, Legislativo e Judiciário, o Fonasefe exigiu início imediato do processo de negociação, e advertiu a consumação de crime de responsabilidade, por violação da Lei nº 1079/50 pelo governo.

 

“O descaso do governo com o funcionalismo público é evidente, pois nem sequer entrar no ministério tivemos o direito. Somente a luta poderá mudar esse cenário”, afirmou a representação da FASUBRA.

 

 

Em fevereiro deste ano, o Fonasefe protocolou a pauta de reivindicações e desde então não houve resposta do governo federal referente às reivindicações.

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

Reunião Ampliada dos SPF contra o desmonte do serviço público acontece em agosto

 

Confira a programação e formulário de inscrição.

 

A FASUBRA Sindical convoca todas as entidades sindicais filiadas a participar da Reunião Ampliada do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), que acontece nos dias 04, 05 e 06 de agosto, em Brasília-DF. O evento será no Hotel San Marco, situado no Setor Hoteleiro Sul da capital federal e é direcionado aos dirigentes de entidades sindicais filiadas ao Fórum. A expectativa de participação é de 600 pessoas.

 

O objetivo é ampliar o debate das entidades sindicais na luta contra o desmonte do serviço público, com a aprovação da Emenda Constitucional (EC) nº 95/16, da Reforma Trabalhista (terceirização) e a proposta de Reforma da Previdência com votação prevista para agosto na Câmara dos Deputados.

 

Serão realizadas avaliações políticas do cenário atual indicando perspectivas futuras e debate político técnico sobre os impactos ocasionados das mudanças legislativas, para traçar estratégias eficientes de enfrentamento.

 

A Reunião Ampliada tem um papel importante na promoção da unidade de ação na defesa dos servidores e da melhoria de qualidade dos serviços públicos para a população.

 

 

Confira a programação do evento

 

Local: Hotel San Marco (Setor Hoteleiro Sul – Quadra 5 – Bloco C) – Brasília/DF.

Data: 04, 05 e 06 de agosto de 2017.

 

 

 

04/08 - sexta-feira

19h– Análise de conjuntura

Mesa com representantes das seguintes entidades: CSP-Conlutas, ANDES-SN, CONDSEF, FENAJUFE e DIAP.

 

 

05/08 – sábado

9h– Painel 1

- Emenda Constitucional 95/2016 e seus impactos no Serviço Público.

Exposição: DIEESE

 

- O Estado mínimo e desmonte do Serviço Público.

Exposição: ASSIBGE

 

- Defesa dos direitos dos servidores e dos serviços públicos.

Exposição: SINASEFE

 

- Campanha Salarial

Exposição: CONDSEF

 

13h – Almoço

 

14h-16h – Painel 2

– As Reformas e seus impactos no Serviço Público

- Reforma Trabalhista e terceirização.

Exposição: ILAESE

 

- Reforma da Previdência

Exposição: FENASPS

 

- PLS 116/17

Exposição: Fenajufe

 

16h – Coffe-Break

 

17h-20h – Grupos de Trabalho – Debates e estratégias de enfrentamento.

 

06/08 – domingo

 

9h-13h – Apresentação dos trabalhos em grupo e encaminhamentos

 

Formulário de inscrição aqui!

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                

 

 

FASUBRA chama mobilização contra a arbitrária proposta de extinção da Unila

 

A Fasubra se coloca radicalmente contra e exige o respeito à autonomia universitária.

 

 

A FASUBRA Sindical é totalmente contrária a proposta de extinção da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), apresentada pelo deputado federal Sérgio Souza (PMDB/PR).

 

Por meio de emenda aditiva à Medida Provisória nº 785/17, Souza pretende alterar a Lei nº 12189/10 que fundou a universidade. Em seu lugar, o parlamentar almeja instituir a Universidade Federal do Oeste do Paraná (UFOPR), direcionada ao agronegócio em articulação com indústrias locais. Veiculada na mídia local, a notícia assustou a comunidade acadêmica da instituição.

 

A Federação considera o fato um processo de ingerência, que muda o caráter de integração da universidade. Para a FASUBRA, a Unila tem um caráter estratégico para o Brasil e o continente, por sua vocação. “O projeto político pedagógica da instituição não pode ser alterado desta forma, a ideia da sua concepção e visão estratégica de futuro da macrorregião deve ser respeitada”.

 

A proposta é considerada um completo atropelamento da comunidade acadêmica, da população usuária e de todo o funcionamento da instituição, segundo a FASUBRA. “Não houve consulta à universidade. Alguns campus da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR) também serão removidos e colocados na nova universidade, de acordo com a proposta. É algo completamente arbitrário”.

 

A FASUBRA se coloca radicalmente contra a extinção da Unila, exige respeito à autonomia universitária e a defesa do projeto de integração da universidade, dentro de uma visão soberana e responsável dentro do contexto global.

 

O assunto será pautado pela representação da FASUBRA na reunião do Conselho Pleno da Andifes, que acontece no dia 27 de julho, e na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados    

 

Integração latino-americana

Fundada há sete anos, a Unila promove o ensino, pesquisa e extensão para o fortalecimento da integração latino-americana, com ênfase no Mercosul, por meio da cooperação solidária entre as instituições de ensino superior, organismos governamentais e internacionais. A seleção dos estudantes é aberta a candidatos de diversos países, e o processo seletivo é realizado na língua portuguesa e espanhola.

 

Confira a nota do Sinditest-PR aqui!

 

Foto: Divulgação

 

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical