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FASUBRA informa sobre a greve na Comissão Geral que denunciou cortes de orçamento nas IFES

 

Para a FASUBRA, o movimento paredista é fundamental para a manutenção das universidades e institutos federais, instituições estratégicas para o país.

 

Para discutir a crise econômica nas instituições de ensino superior no Brasil, a Câmara dos Deputados reuniu parlamentares em Comissão Geral aberta ao público. O evento realizado no Plenário  Ulysses Guimarães contou com a participação do Comando Nacional de Greve (CNG) da FASUBRA e o presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Emmanuel Tourinho.

 

O coordenador de Educação da FASUBRA, Rafael Pereira, informou os parlamentares sobre a greve da Federação deflagrada no dia 10 de novembro e apresentou o eixo de reivindicações. “A greve dos trabalhadores técnico-administrativos em educação não deve ser encarada como uma mobilização corporativa. Ela obviamente está inserida na crise das universidades e na crise da sociedade brasileira”.

 

Elo mais fraco

De acordo com a Pereira, os trabalhadores são o elo mais fraco da universidade pública. “Como elo mais fraco, somos os primeiros a sentir o drama da precarização, corte nos orçamentos e falta de condições de trabalho”. Para o coordenador, o corte nas universidades iniciado em 2014, faz parte de uma agenda neoliberal implementada e “a greve dos trabalhadores está inserida nesse contexto”, afirmou.

 

Investimento

Para a FASUBRA, o movimento paredista contra o desmonte dos serviços públicos e o corte de orçamento é fundamental para a manutenção das universidades e institutos federais, instituições estratégicas para o país. “Não há uma universidade de qualidade, sem que haja orçamento e uma equipe técnica qualificada com condições de realizar o trabalho, fiscalizar obras, executar o orçamento, garantir  licitações republicanas e efetivamente que toda a função social da universidade, que a sociedade  coloca  como responsabilidade, seja executada”.

 

 


 

 

A Federação aponta ser imprescindível que a Câmara dos Deputados faça mediações entre trabalhadores e o Executivo. “Que seja recorrente em defender os direitos dos técnicos, dos trabalhadores e todas as universidades públicas que estão em luta, hoje pela sua sobrevivência e manutenção, mas em um futuro próximo pela expansão e efetividade das suas funções sociais”, finalizou o coordenador.

 

Emmanuel Tourinho, presidente da Andifes, apresentou dados estatísticos do governo federal que comprovam o corte de orçamento e apontou as dificuldades de manutenção das instituições.

 

Confira a matéria da Agência Câmara Notícias: Universidades criticam cortes para ensino superior no Orçamento de 2018

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical