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Plenária avalia a conjuntura nacional e reforça a unidade na luta

 

FASUBRA orienta a permanência dos delegados de base nos dias 10 e 11 de julho para participar das manifestações no Congresso Nacional contra a aprovação da Reforma Trabalhista (PLC 38/17).

 

Os próximos passos da Categoria dos trabalhadores técnico-administrativos em educação diante da crise política e econômica no país, sucateamento das universidades e a campanha salarial são alguns dos temas de discussão na Plenária Nacional Estatutária da FASUBRA  nesta manhã, 08. Cerca de 200 delegados das entidade filiadas lotaram o Auditório 3 da Faculdade de Ciências da Saúde, da Universidade de Brasília (UnB).

 

Na plenária também será discutido o Plano de Lutas e a aprovação do Regimento Interno do Congresso da FASUBRA (CONFASUBRA) que acontece de 26 de novembro a 1º de dezembro.

 

Análise de conjuntura

 


 

Para o coordenador geral Rogério Marzola, o governo tenta superar a crise política e retomar a agenda de ataques à classe trabalhadora. Para justificar a reversão do quadro de estagnação econômica, o governo afirma que os trabalhadores devem ser cada vez mais explorados. “As mobilizações a partir do dia 08 de março conseguiram marcar uma ofensiva dos trabalhadores, mas algumas centrais sindicais tem negociado a questão do imposto sindical com o governo, para manter privilégios  continuar sendo base do governo”, disse.

 


 

Leia Oliveira, coordenadora geral afirmou que a plenária deve discutir  os próximos passos, “não queremos eleição indireta, substituir o Temer pelo Maia, temos que discutir qual é a alternativa após o Fora Temer. Também afirmou que, a Categoria deve deixar claro às centrais sindicais que não são apenas os  direitos que estão em risco,  “nosso país está sendo vendido a preço de banana, temos que lutar por nossos direitos, pela soberania do país, por empregos, eleição direta e já em nosso país.’

 


 

Segundo o coordenador geral Gibran Jordão, as centrais sindicais recuaram na Greve Geral do dia 30 de junho, “foi um dia de manifestações importantes, mas parte das centrais puxaram o freio de mão”. Também afirmou a necessidade de unificar a luta pelos direitos sociais e pela democracia,  seguindo o calendário unificado das centrais sindicais contra as reformas, contra o governo Temer e Maia. “Tem que votar eleições diretas para o presidente e para o congresso, não adianta mudar só mudar a presidência”, disse.

 

A plenária continua no domingo, 09, e a FASUBRA orienta a permanência dos delegados de base nos dias 10 e 11 de julho para participar das manifestações no Congresso Nacional contra a aprovação da Reforma Trabalhista (PLC 38/17) no plenário do Senado Federal.

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical