Fasubra Sindical

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Confira o local da Plenária Nacional de outubro.

Dia 19 de outubro acontece o Ato Nacional em Defesa da Educação Pública e Soberania Nacional, na Concha Acústica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) às 14h.

 

A atividade, deliberada na última plenária nacional, busca fortalecer a unidade do campo da educação, sindical e estudantil, na resistência aos ataques que promovidos pelo Governo Temer.

A FASUBRA orienta a realização de atos em todo o país no dia 19 de outubro. Em especial, que as entidades enviem delegados e delegadas de todo o país para participar da atividade, bem como caravanas de entidades próximas ao Rio de Janeiro, engrossando as fileiras da manifestação de rua.

Na sequência, acontece o II Seminário LGBTI da FASUBRA no dia 20 de outubro, no Rio de Janeiro. Nos dias 21 e 22 de outubro, acontece a Plenária Nacional da Federação, no Hotel Golden Park Rio.

 

Pauta

Nesta plenária serão apresentados os informes nacionais e de base, será realizada a análise de conjuntura, indicativo de greve, o Congresso da FASUBRA (CONFASUBRA) e encaminhamentos.

 

Credenciamento Online

O credenciamento online para próxima Plenária Nacional da FASUBRA Sindical que acontece de 21 a 22 de outubro no Rio de Janeiro-RJ, já está disponível no link: https://form.jotformz.com/61373487068666.

 

As entidades filiadas devem encaminhar no prazo de quatro dias antes da Plenária:

  • Comprovante de pagamento da mensalidade com a FASUBRA;

  • Ata com o nome dos delegados titulares eleitos e suplentes;

  • Lista de presença em papel timbrado digitalizada ou as folhas digitalizadas do livro de ata em que contiver o registro da assembleia;

  • Informe de Base (IB) digital – em Word – para ser disponibilizado na pasta dos delegados, a fim de que, todos os presentes tenham acesso às informações.

 

O Informe de Direção (ID) também será disponibilizado na pasta dos delegados. A FASUBRA enviará o comprovante de credenciamento ou informação de pendências, no máximo 24 horas antes da realização da Plenária. O local do evento será divulgado em breve.

 

Serviço 

Plenária Nacional Estatutária 

Data: 21 e 22 de outubro de 2017 

Hora: 9h 

Local: Hotel Golden Park Rio - Rio de Janeiro

 

Informações de hospedagem 

Hotel Golden Park Rio - Rio de Janeiro-RJ 

1) Apartamento Single - R$ 154,00 

2) Duplo - R$ 165,00 

3) Triplo - R$ 198,00

 

Endereço - R. do Rússel, 374 - Glória, Rio de Janeiro - RJ, CEP. 22210-010 

Telefone: (21) 2555-2700 

Rio de Janeiro-RJ

Contato para reservas - Joice Gums 

e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  

www.nacionalinn.com.br

 

Agenda de Lutas

09 e 10 de outubro - Dias Nacional de Luta – com atos fora da Universidade  e atividades na praças, dialogando com a população

 

10 de outubro - Dia Nacional de Luta contra a violência à mulher

 

19 de outubro - Ato Nacional no Rio de Janeiro e nos estados

20 -de outubro - II Seminário LGBTI - Rio de Janeiro

21 e 22 de outubro - Plenária Nacional da FASUBRA na cidade do Rio de Janeiro  

23 de outubro - Data provável para  Greve Nacional, flexível, em caso de acordos de greve unitária com outras categorias, em que precisamos ajustar a data da deflagração. A Federação orienta rodada de assembleias na primeira quinzena de outubro, para discussão das propostas em todas as entidades de base, enviando retorno para a FASUBRA.

24 de outubro - Dia Internacional de Ação Pela Despatologização das Trans

 

28 de outubro - Dia do Servidor Público (art. 236 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990)

 

Atualizado: 06/10/2017 às 16h18

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

Aposentados e pensionistas do SINTUFRJ se organizam contra as políticas do governo Temer

 

III Seminário de Formação e integração social em Saquarema-RJ.

 

Na manhã de segunda-feira, 16, aposentados e pensionistas do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (SINTUFRJ) participaram do III Seminário de Formação e integração social em Saquarema-RJ. O evento de três dias tem como objetivo organizar a luta contra as políticas do governo de Michel Temer, que ataca duramente os idosos. O coordenador de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria da FASUBRA Sindical, Darci Cardoso e Carlos de Castilho Abreu- (Carlinhos) do Fórum Estadual do Idoso foram convidados para a mesa de análise de conjuntura.

 

Análise de conjuntura

Para Carlos de Castilho Abreu do Fórum Estadual do Idoso, a crise econômica, política e o desemprego são elementos utilizados pelo atual governo, para instituir o ajuste fiscal, interferindo diretamente na vida dos trabalhadores, aposentados e pensionistas.

 

´”Os servidores públicos federais foram ignorados por muito tempo e para nós, sofrimento e migalhas”, afirmou Carlinhos se referindo à postura do governo diante das reivindicações dos trabalhadores. Também rechaçou a política de descarte para aposentados e pensionistas. “Com a crise, o governo aumentou o empréstimos consignados para aumentar o consumo, muitos estão endividados. Os idosos são os mais atingidos por não conseguirem pagar seus remédios, pagam caros planos de saúde, não conseguem comprar uma cesta básica completa”, disse.

 

 

 

Segundo Castilho, no Brasil os trabalhadores deveriam ser preparados por meio de programas, como em outros países, para se aposentar. “A classe dos trabalhadores são as maiores vítimas e os servidores são tratados como um peso. Deveriam ser tratados com respeito e dignidade conforme o Estatuto do Idoso, mas covardemente o Estado os abandona e quer acabar com os poucos abrigos existentes”

 

Sobre a proposta de Reforma da Previdência, Castilho falou sobre a situação dos aposentados e pensionistas. “Somos 45 milhões de aposentados, 70% ganha salário mínimo, muitos estão com a saúde debilitada, no Brasil não tem sido possível viver por direito com esse governo capitalista”.

 

De acordo com Carlinhos, o fórum nacional tem realizado campanhas e debates, mobilizando todo o país, na politização e organização dos aposentados. “É de suma importância que os aposentados estejam junto aos ativos, fazendo greves, piquetes, distribuindo panfletos. Viver é um direito, envelhecer é uma conquista”, finalizou.

 

Indicativo de greve

O coordenador Darci Cardoso falou sobre a crise nas universidades e a necessidade de organização da classe trabalhadora, principalmente da atuação dos aposentados e pensionistas na luta. “No governo Lula houve muitos avanços, a conquista do nosso plano de carreira que há 20 anos lutamos para conquistar. Atualmente, as universidades estão sendo destruídas”, disse.

 

 

Para o coordenador, a carreira dos trabalhadores técnico-administrativos em educação está sob ameaça. Se não formos para as ruas, chamar os novos, vamos perder a paridade. É nosso plano de carreira pelo carreirão”.

 

Darci falou sobre o indicativo de greve para outubro que será discutido na Plenária Nacional da Federação que acontece dias 21 e 22 de outubro e a necessidade de unidade na luta.

 

Os aposentados e pensionistas continuam com a programação do evento que encerra no dia 18 de outubro.

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

 

Em defesa do ensino superior público, FASUBRA acompanha audiência sobre cortes no orçamento da Ciência e Tecnologia

 

 

Investimentos no setor caíram de R$ 8,4 bilhões em 2014 para R$ 3,2 bilhões este ano. Para 2018, o programado é ainda menor, de R$ 2,7 bilhões.

 

 

A FASUBRA Sindical acompanhou na manhã de terça-feira, 10, a audiência pública que discutiu a queda no orçamento público para Ciência e Tecnologia e as consequências para o desenvolvimento do País, na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, da Câmara dos Deputados. Representaram a Federação os coordenadores Ângela Targino, Lucivaldo Alves e Lázaro Rodrigues.

 


 

Pesquisadores brasileiros entregaram ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, um abaixo-assinado com mais de 80 mil assinaturas, da campanha “Conhecimento sem Cortes”, contra os cortes de orçamento.

 

De acordo com a Agência Câmara Notícias, a comunidade científica afirma que o orçamento de investimentos do setor passou de R$ 8,4 bilhões em 2014 para R$ 3,2 bilhões este ano. Para 2018, o programado é ainda menor, de R$ 2,7 bilhões.

 

Deputados e convidados afirmaram que os cortes decorrem da emenda constitucional que fixou um teto de gastos para o país pelos próximos 20 anos, enquanto o pagamento da dívida pública não sofre interrupções. Eles também defenderam a manutenção do ensino superior público.

 

Com informações: Agência Câmara Notícias

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

Convocação da FASUBRA para o Ato Nacional S.O.S. Educação Pública

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No Rio de Janeiro, a concentração será na Concha Acústica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), às 14h

 

A FASUBRA Sindical convoca todos as entidades de base filiadas a engrossar as fileiras do Ato Nacional S.O.S. Educação Pública, no dia 19 de outubro, com manifestações e atos nos estados.  No Rio de Janeiro, a concentração será na Concha Acústica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), às 14h. Participam do Ato entidades sindicais, centrais, movimentos sociais e parlamentares de todas as esferas. Os sindicatos da região  sudeste podem enviar caravanas para o Rio de Janeiro.

 

O corte orçamentário e desmonte do serviço público orquestrado pelo governo federal são alguns dos motivos para que trabalhadores técnico-administrativos, docentes e estudantes das universidades e instituições municipais, estaduais e federais de ensino público de todo país manifestem toda indignação contra os retrocessos do governo Temer.  

Confira os principais pontos da pauta das manifestações:

 

  • Contra o fechamento da UERJ, UENF e UEZO. Fora Pezão!

  • Verbas para a Educação, não para banqueiros e corrupção. Fora Temer!

  • Não à Reforma da Previdência.

  • Pela revogação da Reforma Trabalhista!

  • Em defesa da carreira dos técnicos administrativos em educação!

  • Não ao pacote anti-servidor!

  • Contra o desmonte do serviço público!

  • Em defesa da soberania nacional!

  • Pela construção da Greve Geral!

 

Serviço

19 de outubro

Ato Nacional em Defesa da Educação Pública, contra a reforma da previdência e o pacote do governo Temer contra o funcionalismo público, com Atos nos Estados.

Local de concentração: Concha Acústica da UERJ - R. São Francisco Xavier, 524 - Maracanã - Rio de Janeiro - RJ

Hora: 14h

 

Entidades

 Fasubra Sindical - Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil.

Andes-SN - Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior.

Sintuperj - Sindicato dos Trabalhadores das Universidades

Públicas Estaduais no Estado do Rio de Janeiro.

Sintufrj - Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Sintuff - Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal Fluminense.

Sintur-RJ - Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

Asduerj - Associação dos Docentes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Aduff - Associação dos Docentes da Universidade Federal Fluminense.

DCE UERJ - Diretório Central dos Estudantes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

DCE UFF Fernando Santa Cruz - Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal Fluminense.

CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil.

CSP Conlutas - Central Sindical e Popular.

UNE - União Nacional dos Estudantes.

UBES - União Brasileira dos Estudantes Secundaristas.

UEE-RJ - União Estadual dos Estudantes do Rio de Janeiro.

UEES-RJ - União Estadual dos Estudantes Secundaristas do Rio de Janeiro.

AERJ - Associação dos Estudantes Secundaristas do Estado do Rio de Janeiro.

AMES Rio de Janeiro - Associação Municipal dos Estudantes Secundaristas.

ANPG - Associação Nacional de Pós-Graduandos.

RUA - Juventude Anticapitalista.

MNLM - Movimento Nacional de Luta pela Moradia.

 

Direção Nacional da FASUBRA Sindical

 


FASUBRA participa de Seminário sobre Educação Pública e Soberania Nacional

 

Representante da Federação, em seu discurso, defende a carreira dos TAE. Ao final, foi realizado Ato Suprapartidário em Defesa das Universidades  e dos Institutos Federais .

 

Na tarde de terça-feira, 09, a FASUBRA Sindical participou do Seminário: Educação Pública, Desenvolvimento e Soberania Nacional, realizado no Centro Internacional de Convenções de Brasília (CICB). Organizado pela bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, pela Comissão de Assuntos Educacionais e Fundação Perseu Abramo, o evento discutiu os avanços e retrocessos na área da Educação,  a defesa do Plano Nacional de Educação (PNE), o papel da Conferência Nacional Popular de Educação (CONAPE) e as perspectivas para a Educação Pública. Representaram a Federação os coordenadores, Leia Oliveira, Lucivaldo dos Santos e Cristina del Papa.

 

Os debates foram concentrados na análise do papel da Educação Pública e, em particular, da Universidade Pública na Soberania do País. O retrocesso imposto pelo governo de Michel Temer para o setor, apresentado por meio de dados, representa um ataque frontal ao desenvolvimento e à soberania do Brasil, denunciou  Leia.

 

Os palestrantes consideraram importante a luta central pela revogação da Emenda Constitucional (EC) nº 95, que impõem ao Brasil um período de 20 anos de estagnação no desenvolvimento do país . A entrega das suas riquezas ao rentismo, representando a liberação da exploração das reservas do Pré-Sal ao capital estrangeiro, tem impacto negativo para o país. O Projeto “Escola Sem partido” e a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizando o ensino religioso obrigatório nas escolas, são considerados ataques à educação infantil, fundamental, média, do campo e especial.

 

Para os palestrantes a destituição de entidades representativas no Fórum Nacional da Educação (FNE) configura-se como um golpe, impedindo a participação popular no debate da educação de forma ampla e participativa.  A organização do Fórum Nacional Popular de Educação (FNPE) e a construção da CONAPE, que está em processo nos estados, foram consideradas de suma  importância. A conferência está prevista para abril de 2018, em Belo Horizonte-MG, contando com o envolvimento dos movimentos sociais, sindicais e estudantis na sua construção.

 

Ato em defesa da Educação Pública e Soberania Nacional

Ao final, foi realizado Ato Suprapartidário em Defesa das Universidades  e dos Institutos Federais e de seu papel para a Ciência e Tecnologia  com a presença de dirigentes partidários, parlamentares, reitores, gestores, docentes, estudantes, técnico-administrativos em educação, entidades representativas da educação (do campo e da cidade), além da presença do ex-presidente Lula e do ex-ministro da Educação, Fernando Haddad.

 

Em sua fala, a coordenadora geral Leia Oliveira reconheceu publicamente dois momentos da universidade brasileira. “Um antes de Lula e outro depois; esse é um fato que não pode ser contestado por ninguém”.

 

Expansão das universidades e institutos federais

Segundo a coordenadora, a universidade pública brasileira “mudou sua cara” durante os governos Lula e Dilma, por meio da criação de novas universidades e institutos, implantação das cotas, expansão  de novos campi, democratização do acesso e da permanência e, principalmente, pelo reconhecimento da Categoria dos trabalhadores técnico-administrativos em educação, antes, invisíveis no ambiente universitário. “Eu falo, com muita emoção, que foi preciso um operário chegar à presidência da República para mudar a cara da universidade e reconhecer que além dos docentes, existem os técnico-administrativos nas instituições”, afirmou  Leia.

 

Carreira dos TAEs

Em 2018, a carreira dos trabalhadores técnico-administrativos completa 13 anos. “Uma carreira que, muito além  do salário, garantiu a afirmação de uma identidade, quando a Categoria estava invisível no aparato legal e também  no meio universitário”, disse a coordenadora geral. Atualmente, a carreira está sob ameaça, com o anúncio da MP do carreirão, assim como as demais carreiras do serviço público federal.

 


 

Desafio

Para a coordenadora geral, a discussão  sobre a educação pública como instrumento garantidor da democracia e soberania do país é um tema desafiador. Leia Oliveira convidou os presentes à reflexão sobre a universidade no governo neoliberal do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC),  no governo de Lula e Dilma e no atual governo que ameaça às universidades de extinção.

 

Difamação

“A universidade está sendo precarizada, sucateada, mas muito pior do que isso, a universidade está sofrendo um ataque frontal e uma campanha de difamação; dizem que os reitores aqui representados pela Andifes, são incompetentes, por isso a universidade tem que ser privatizada”. Segundo Leia, a difamação conquista o imaginário popular, quando afirmam  que a universidade tem muito dinheiro e precisa de um choque de gestão, pois seus recursos são mal gastos, palavras reafirmada várias vezes pela secretária executiva do Ministério da Educação (MEC), Maria Helena.

 

Defesa da universidade

“Precisamos nos unir em defesa das universidades e dos institutos, porque sabemos que é uma ferramenta importante para a soberania e o desenvolvimento do nosso país. Sem universidade não há transformação social, não há soberania, não há democracia”, disse. Para a coordenadora geral, a universidade sempre foi trincheira na luta contra os golpes à democracia desde a época da ditadura e período das Diretas Já. “Não é à toa que a universidade seja atacada agora. É com mobilização do movimento dos técnico-administrativos, dos estudantes, dos professores, dos usuários da universidade que nós vamos de fato contribuir para acabar com esse golpe, pelo Fora Temer e pela volta do ex-presidente Lula à presidência da república”.

 

Leia Oliveira finalizou com uma reflexão de um companheiro argentino: “A universidade é o melhor lugar do mundo pra fazer desse mundo um lugar melhor”!

 

Andifes

Emmanuel Tourinho, presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), em nome de todas as universidades públicas federais, agradeceu ao ex-presidente Lula pela sensibilidade e capacidade de compreender o papel que a universidade pública tem para promover a cidadania no país.

 

Para Tourinho, a universidade representa um projeto de nação que pensa na soberania, inclusão social e democracia. O investimento e reconhecimento da importância das instituições ofereceram condições para duplicar o número de vagas e promover o acesso de jovens da periferia das cidades, de pobres, negros, indígenas e quilombolas. “Hoje as universidades públicas do Brasil são muito mais a cara da nossa sociedade graças a essas políticas”, disse.

 

Ataque

Segundo o presidente da Andifes, as universidades públicas federais vêm sofrendo o maior corte de orçamentos, uma asfixia financeira que visa inviabilizar ações e projetos e obriga a denunciar à sociedade o que está em jogo. “Não estamos sendo asfixiados por ineficiência, por gastos excessivos, e sim porque somos bem sucedidos. Os mesmos jornais que atacam as universidades públicas são os jornais que publicam os rankings, onde as melhores instituições  são as universidades públicas federais’, afirmou Tourinho.

 

Entre as ataques, o  prof. Emmanuel Tourinho elencou as tentativas de acabar com a gratuidade nas universidades públicas. “Não é verdade que o ensino nas universidades públicas é mais caro que em outros países, ao contrário, nossas universidades oferecem muito mais que o ensino e atendem a sociedade em todas as áreas”.

 

Para Tourinho, a cobrança de mensalidades não ajudaria as universidades. Segundo um estudo feito pela Andifes, para cobrir 30% do custo das universidades, cada família brasileira com um estudante universitário, teria que deixar um quarto (1/4) de sua renda bruta total para a instituição. Uma família com dois alunos deixaria 50% da sua renda bruta. A maior parte da população que está na universidade federal é de baixa renda, 78% dos alunos vêm de famílias que têm renda per capita média de até dois salários mínimos e meio.

 

“Dizem que deve-se cobrar mensalidade para que os ricos paguem; não é verdade, pois se fosse para os ricos pagarem a conta da educação, era muito mais fácil taxar as grandes fortunas e destinar os recursos para a educação pública”, finalizou o presidente.

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical